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	<title>Febre Amarela</title>
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	<description>Sintomas, diagnóstico, vacinas, tratamento e muito mais.</description>
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		<title>Lactantes não devem ser vacinadas contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[24/02/2010 &#8211; 17h02
De acordo com uma nova recomendação do Ministério da Saúde, as lactantes (mulheres que estão amamentando) devem adiar a vacinação contra a febre amarela até seus bebês completarem seis meses, pois eles podem ser contaminados pelo vírus da doença, através do leite da mãe vacinada (isso porque, na fórmula da vacina que a mãe toma, existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>24/02/2010 &#8211; 17h02</span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-79" title="lactante" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/lactante-300x225.jpg" alt="lactante" width="300" height="225" />De acordo com uma nova recomendação do Ministério da Saúde, as lactantes (mulheres que estão amamentando) devem adiar a vacinação contra a febre amarela até seus bebês completarem seis meses, pois eles podem ser contaminados pelo vírus da doença, através do leite da mãe vacinada (isso porque, na fórmula da vacina que a mãe toma, existe uma versão enfraquecida do vírus).</p>
<p>Caso não seja possível adiar, o Ministério da Saúde recomenda que as mães retirem o próprio leite antes da vacinação e congelem para dar ao bebê durante os 14 dias posteriores à vacina, quando o vírus atenuado ainda pode contaminar a criança. Outra alternativa é recorrer a bancos públicos de leite materno.</p>
<p>As alterações nas orientações para quem está amamentando ocorreram porque o Brasil registrou, pela primeira vez na história, dois casos em que mães vacinadas contra a doença transmitiram a doença às crianças por meio da amamentação. Os dois bebês, que apresentaram problemas neurológicos, já estão bem, mas continuam sob acompanhamento médico.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Diferenças entre malária, febre amarela e amarelão</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Malária, febre amarela e amarelão são algumas doenças que         costumam ser cobradas em questões de vestibular e acabam gerando         confusão entre os estudantes.
Numa aula em vídeo, Durval Barbosa, professor de biologia da         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Malária, febre amarela e amarelão são algumas doenças que         costumam ser cobradas em questões de vestibular e acabam gerando         confusão entre os estudantes.</p>
<p>Numa aula em vídeo, Durval Barbosa, professor de biologia da         unidade Paraíso do cursinho COC, em São Paulo, explica quais são         as formas de transmissão e os sintomas dessas             enfermidades.</p>
<p>&#8220;A malária é causada por um protozoário e transmitida por um         mosquito. A febre amarela, apesar de ser transmitida também pela         picada de um mosquito, é causada por um vírus. A causa         do amarelão, por sua vez, é um verme, que, normalmente, é         adquirido pela pessoa através da sola do pé&#8221;, afirma Barbosa.</p>
<p>O professor ressalta ainda que pode haver confusão sobre qual         doença tem vacina, porque muitos sintomas são parecidos, como o         aspecto amarelado da pele, já que o fígado é afetado. &#8220;A         malária e o amarelão não têm vacina, somente a febre amarela.&#8221;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Telefones Úteis</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telefones Úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Disque Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Telefones]]></category>

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		<description><![CDATA[DISQUE SAÚDE: 0800 61 1997 
Ministério da Saúde
(61) 3315-2400  -  UNIÃO (Brasília – DF)
Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde
(61) 3315-3641 – UNIÃO (Brasília – DF)
Centros de Vigilância Sanitária Estaduais
Acre
Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294 – Bairro Vila Ivonete
Rio Branco/AC – CEP: 69.914-610
Tel.: (68) 3223-3432
Fax: (68) 3223-3432
Secretaria Municipal de Visa
Tel.: 3342.1006 ou 1215
Alagoas
Rua Sete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DISQUE SAÚDE: 0800 61 1997 </strong></p>
<p><strong>Ministério da Saúde</strong><br />
(61) 3315-2400  -  UNIÃO (Brasília – DF)</p>
<p><strong>Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde</strong><br />
(61) 3315-3641 – UNIÃO (Brasília – DF)</p>
<p><strong>Centros de Vigilância Sanitária Estaduais</strong></p>
<p>Acre<br />
Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294 – Bairro Vila Ivonete<br />
Rio Branco/AC – CEP: 69.914-610<br />
Tel.: (68) 3223-3432<br />
Fax: (68) 3223-3432</p>
<p>Secretaria Municipal de Visa<br />
Tel.: 3342.1006 ou 1215</p>
<p>Alagoas<br />
Rua Sete de Setembro, nº 50 Centro<br />
Maceió/AL – CEP: 25.020-700<br />
Tel.: (82) 3326-3624 ou 3315-3779<br />
E-mail: sinavisa@saude.al.gov.br</p>
<p>Amapá<br />
Av. Fab, nº 69 – Centro<br />
Macapá/AP – CEP: 68.910-000<br />
Tel.: (96) 3212.6119/ 3212.6182<br />
Fax: (96) 3212-6182<br />
E-mail: visa.ap@anvisa.gov.br</p>
<p>Amazonas<br />
Rodovia Deputado Vital de Mendonça, s/nº, Km 09 – Flores<br />
Manaus/AM – CEP: 69.048-660<br />
Tel./Fax: (92) 3228-9202<br />
E-mail: devisa@fvs.am.gov.br</p>
<p>Bahia<br />
Centro Administrativo da Bahia, 4ª Avenida, nº 400, Plataforma VI. lado B, 2º andar, Salvador/BA – CEP 41.750-300<br />
Tel.: (71) 3115-4230 / 3115-4291<br />
Fax: (71) 3371-2566<br />
E-mail: suvisa@saude.ba.gov.br</p>
<p>Ita Cácia Aguiar Cunha<br />
Centro de Atenção à Saúde Profº Dr. José Maria de Magalhães Netto<br />
Av. Antonio Carlos Magalhães, s/nº, Iguatemi,<br />
Salvador/BA – CEP 41.820-000<br />
Tel.: (71) 3270-5778 /5779/ 5775<br />
Fax: (71) 3270-5776 / 3270-5777<br />
E-mail: divisa@saude.ba.gov.br<br />
Site: http://www.saude.ba.gov.br/divisa</p>
<p>Ceará<br />
Avenida Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema.<br />
CEP: 60.060-440<br />
Tel.: (85) 3101-5287<br />
Fax: (85) 3101-5286<br />
E-mail: nuvis@saude.ce.gov.br, coprom@saude.ce.gov.br<br />
Site: http://visa-ce.saude.ce.gov.br<br />
Comunidade Virtual: http://comnuvis.saude.ce.gov.br</p>
<p>Ouvidoria Geral da Secretaria de Saude do Estado.<br />
End. Avenida Almirante Barroso, Centro, 600.<br />
CEP: 60060-440<br />
Alô Saúde: 0800 851520</p>
<p>Divisão de Zoonoses:<br />
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará<br />
Sérgio de Oliveira Franco – Diretor do Centro de Controle de Zoonoses – Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza<br />
Avenida Senador Fernades Távora 2433 – Autran Nunes<br />
Fortaleza/CE – CEP: 60.534-280<br />
Tel.: (85) 33101-7847</p>
<p>Distrito Federal<br />
SGAN Quadra 601 lotes O/P; Bairro: Asa Norte.<br />
Brasília/DF<br />
Tel.: (61) 3325.4811/ 4812<br />
Fax: (61) 3322.2182<br />
E-mail: divisa@saude.df.gov.br<br />
Site: www.saude.df.gov.br</p>
<p>Núcleo de Inspeção de Brasília:<br />
SAIS – Área Especial nº. 10 70602900<br />
Brasília/DF<br />
Tel.: 3245-4110/3345-8554/3345842<br />
Fax: 3245-4090</p>
<p>Espírito Santo<br />
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 3º andar – Bento Ferreira<br />
Vitória/ES – CEP: 29.060-270<br />
Tel.: (27) 3137-2427/ 3137-2433/ 3382-5071<br />
Fax: (27) 3137- 2432/2472<br />
E-mail: visa@saude.es.gov.br<br />
Site: www.saude.es.gov.br</p>
<p>Goiás<br />
Avenida Anhanguera, 5195; Bairro: Setor Coimbra<br />
Goiânia/GO – CEP: 74.043-001<br />
Tel.: (62) 3201.4100<br />
Fax: (62) 32014101/ 32014136/ 32014727<br />
E-mail: visago@visago.goias.gov.br<br />
Site: http://www.visa.goias.gov.br</p>
<p>Vigilância Sanitária Municipal no endereço Avenida República do Líbano, 336 – Setor Aeroporto – Goiânia.<br />
Tel.: (62) 3524.2500 / 2503</p>
<p>Maranhão<br />
Avenida Professor Carlos Cunha, s/n, Bairro Calhau<br />
São Luís/MA – CEP: 65076-820<br />
Tel.: (98) 3218-8728<br />
Fax: (98) 3218-8724<br />
E-mail: visa@saude.ma.gov.br</p>
<p>Mato Grosso<br />
Centro Político Administrativo – Bloco V – 2º piso Palácio Paiaguás<br />
Cuiabá/MT – CEP: 78.070-970<br />
Tel.: (65) 3613-5369 / 3313-2670 / 3313-2281<br />
Fax: (65) 36135377</p>
<p>Fábio José da Silva<br />
Cuiabá/MT – CEP 78050-970<br />
Tel.: (65) 3613-5370<br />
Site: www.saude.mt.gov.br</p>
<p>Mato Grosso do Sul<br />
End.: Rua do Poeta, Bloco 07 – Parque dos Poderes<br />
Campo Grande/MS – CEP: 79031-902<br />
Tel./Fax: (67) 3318-1670<br />
Site: www.saude.ms.gov.br<br />
E-mail: cvisa@saude.ms.gov.br</p>
<p>Minas Gerais<br />
Avenida Afonso Pena, 2300 – 5º andar – Bairro Funcionários<br />
Belo Horizonte/MG – CEP: 30.130-006<br />
Tel.: (31) 3261.8763 / (31) 3261.8776<br />
Fax: (31) 3261.8776<br />
E-mail: svs@saude.mg.gov.br</p>
<p>Vigilância Municipal de Belo Horizonte:<br />
Tel.: 3277-5930</p>
<p>Pará<br />
Rua Presidente Pernambuco, 489 – Bairro Batista Campos<br />
Belém/PA – CEP: 66.015-200<br />
Tel.:/Fax.: (91) 4006-4278<br />
E-mail: visapa@bol.com.br e dvs@sespa.pa.gov.br</p>
<p>Fundo Estadual de Saúde<br />
Tel.: (91) 3212-2518<br />
Fax: (91) 3223-7551</p>
<p>Paraíba<br />
Av. João Machado, 109 – 1º andar – Centro<br />
João Pessoa/PB – CEP: 58.013-520<br />
Tel.: (83) 3218-5927 / 3218-5928<br />
Fax: (83) 3218 6781<br />
Telex: 832228<br />
E-mail: vigapb@openline.com.br</p>
<p>Paraná<br />
Rua Piquiri, 170 2º andar / Bairro: Rebouças<br />
Curitiba/PR – CEP: 80230-140<br />
Tel.:: (41) 3330.4300 / 4537 / 4467 / 4478<br />
Fax: (41) 3330.4535<br />
E-mail: sesa@pr.gov.br</p>
<p>Divisão de Alimentos<br />
Tel.: (41) 3330.4472/4473;<br />
Fax: (41) 330.4479/ 4535/4407.<br />
E-mail: alimentos@pr.gov.br</p>
<p>Pernambuco<br />
Praça Oswaldo Cruz, s/nº – Boa Vista<br />
Recife/PE – CEP: 50.050-210<br />
Tel.: (81) 3181.6424/ 6425<br />
Fax: (81) 3181.6355<br />
E-mail: apevisa@saude.pe.gov.br<br />
Site: www.apevisa.pe.gov.br</p>
<p>Piauí<br />
Rua 19 de Novembro nº 1865 – Bairro Primavera<br />
CEP: 64.002-570 Teresina/PI<br />
Tel.: (86) 3216-3660 / 3216-3663<br />
Fax: (86) 3216-3653<br />
Site: Secretaria Estadual da Saúde do Piauí<br />
E-mail: visa@saude.pi.gov.br</p>
<p>Rio de Janeiro<br />
Rua México, 128 – 3º andar sala 231 Castelo<br />
Rio de Janeiro/RJ – CEP: 20.231-031<br />
Tel.: (21) 2299-9245/ 9246<br />
E-mail: mlourdes@saude.rj.gov.br</p>
<p>Rio Grande do Norte<br />
Av. Junqueira Aires, 488 – Centro<br />
Natal/RN – CEP: 59.025-280<br />
Tel.: (84) 3232-2562<br />
Fax: (84) 3232-2557<br />
E-mail: visa@rn.gov.br</p>
<p>Rio Grande do Sul<br />
Rua Domingos Crescêncio, nº. 132 – Santana<br />
Porto Alegre/RS – CEP: 90650-090<br />
Tel.: (51) 3901-1090/ 3901-1066/ 3901-1107/3901-1113<br />
Tel. e Fax: (51) 3901-1161/ 3901-1104<br />
PABX: (51) 3901-1100<br />
E-mail: dvs@saude.rs.gov.br</p>
<p>Secretaria Estadual de Saúde<br />
Av. Borges de Medeiros, 1501 – Centro<br />
CEP 90119-900<br />
Tel.: (51) 32885000<br />
Fax: (51) 32263309<br />
Site: www.saude.rs.gov.br</p>
<p>Rondônia<br />
End.: Rua Padre Angelo Cerri s/nº – Esplanadas das Secretarias<br />
Porto Velho/RO – CEP: 78.900-000<br />
Tel.: (69) 3216-5357 / 5350 / 5351 / 5352 / 5353 /5354<br />
Fax: (69) 3216-5354<br />
Tel.:visaro@saude.ro.gov.br</p>
<p>Roraima<br />
End.: Rua MadriI, s/n – Bairro: Aeroporto<br />
CEP: 69.310-043<br />
Tel.: (95) 3623-9282<br />
Fax: (95) 3623-2880<br />
E-mail: visa_rr@yahoo.com.br</p>
<p>Santa Catarina<br />
Av. Rio Branco, 152 – Centro<br />
Florianópolis/SC – CEP: 88015-200<br />
Tel.: (48) 3251-7960<br />
Tel. geral: (48) 3251-7800<br />
Fax: (48) 3251-7907 – da Direção<br />
E-mail: dvs@saude.sc.gov.br – da Direção<br />
Site: www.vigilanciasanitaria.sc.gov.br</p>
<p>VISA Municipal de Florianópolis:<br />
Tel.: (48) 3212-3904</p>
<p>São Paulo<br />
Av. Drº Arnaldo 351 anexo 3, bairro de Cerqueira Cesar<br />
São Paulo/SP – CEP: 01246-901<br />
Tel.: (11) 3066-8000<br />
E-mail: cvs@cvs.saude.sp.gov.br ou secretarias@cvs.saude.sp.gov.br</p>
<p>Sergipe<br />
Rua Urquiza Leal, 617 – Bairro Salgado Filho<br />
Aracajú/SE – CEP: 49.020-490<br />
Tel.: (79) 3246-5236<br />
Fax: (79) 3246-4191</p>
<p>Tocantins<br />
Quadra 104 Norte, Av LO 2 nº 13 conj 1 lote 30<br />
Tocantins/Palmas – CEP: 77.006-022<br />
Tel.: (63) 3218-3264/3258<br />
Fax: (63) 3218-3263<br />
E-mail: visa@saude.to.gov.br</p>
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		<title>Publicações</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:21:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Boletim
Vídeos

Febre Amarela – E Agora Doutor?
 Pintou sujeira – Febre Amarela
Sintoma da Febre Amarela
Vídeo da produção da vacina contra febre amarela

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Boletim</strong></p>
<p><strong>Vídeos</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="http://br.youtube.com/watch?v=rhVmtR876oc">Febre Amarela – E Agora Doutor?</a></span></li>
<li><a href="http://br.youtube.com/watch?v=C-lBvFB2Hkk"> Pintou sujeira – Febre Amarela</a></li>
<li><a href=" http://br.youtube.com/watch?v=o5QW59iA8aA"><span>Sintoma da Febre Amarela</span></a></li>
<li><a href="http://www.fiocruz.br/bio/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=197&amp;sid=260">Vídeo da produção da vacina contra febre amarela</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Links Úteis</title>
		<link>http://www.febreamarela.com/links-uteis/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links Úteis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde – Febre Amarela

Fio Cruz – Febre Amarela

Wikipedia – Febre Amarela

 Centro de Informação em Saúde para Viajantes

Anvisa – Febre Amarela
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/index.php" target="_blank">Ministério da Saúde – Febre Amarela<br />
</a><br />
<a href="http://www.bio.fiocruz.br/interna/vacinas_febre_amarela.htm" target="_blank">Fio Cruz – Febre Amarela<br />
</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Febre_amarela" target="_blank">Wikipedia – Febre Amarela<br />
</a><br />
<a href="http://www.cives.ufrj.br/informacao/fam/fam-iv.html" target="_blank"> Centro de Informação em Saúde para Viajantes<br />
</a><br />
<a href="http://www.anvisa.gov.br/paf/febre/index.htm" target="_blank">Anvisa – Febre Amarela</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estatísticas</title>
		<link>http://www.febreamarela.com/estatisticas/</link>
		<comments>http://www.febreamarela.com/estatisticas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[boletim]]></category>

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		<description><![CDATA[13/03/2008 – Brasília

Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008 – 13/03/2008

05/03/2008 – Brasília

Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008 – 05/03/2008

03/03/2008 – Brasília

Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008 – 03/03/2008

28/02/2008 – Brasília

Boletim da SVS: Situação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: bold;">13/03/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_svs_febre_amarela_130308.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 13/03/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">05/03/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_050308_2.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 05/03/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">03/03/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_030308.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 03/03/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">28/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_280208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 28/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">26/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_260208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 26/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">25/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_250208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 25/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">22/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_220208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 22/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">21/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_210208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 21/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">20/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_200208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 20/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">19/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_190208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 19/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">18/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_180208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 18/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">15/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_150208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 15/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">14/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_140208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 14/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">13/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_130208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 13/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">12/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_12_fev_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 12/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">08/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_%2008_02_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 08/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">07/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_07_02_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 07/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">06/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_fa_060208.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 06/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">04/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_04_fev_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 04/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">01/02/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_01_fev_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 01/02/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">31/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_31_jan_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 31/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">30/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_30_jan_2008_x.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 30/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">29/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_29_jan_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 29/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">28/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_28_jan_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 28/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">25/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_fa_25_jan_2008.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 25/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">24/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletimfa_2401_2.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 24/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">23/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_23_jan_2008_svs_2.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 23/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">21/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_fa2101.pdf" target="_blank">Boletim da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 21/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">19/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_fa190108.pdf" target="_blank">Boletim  da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 19/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">17/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_17_jan_2007_svs.pdf" target="_blank">Boletim diário da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 17/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">16/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_febre_amarela_16_jan_2008.pdf" target="_blank">Boletim diário da SVS: Situação da Febre Amarela Silvestre no Brasil, 2007 e 2008</a> – 16/01/2008</li>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/noticias_detalhe.cfm?co_seq_noticia=41257" target="_blank">Dados atualizados</a> – 16/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">15/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/noticias_detalhe.cfm?co_seq_noticia=41197" target="_blank">Dados atualizados</a> – 15/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">14/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/materias/Nota_Febre_Amarela_14jan08.pdf" target="_blank">Nota                         à imprensa</a> – 14/01/2008</li>
<li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/materias/comunicado140108.pdf" target="_blank">Comunicado</a> –                         14/01/2008</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">13/01/2008 – Brasília</p>
<ul>
<li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/materias/Nota_imprensa_13jan08.pdf" target="_blank">Nota à imprensa</a> – 13/01/2008</li>
</ul>
<p><strong>11/01/2008 – Brasília </strong></p>
<ul type="disc">
<li> <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/materias/NT_MACACOS_11_01_08.pdf" target="_blank">Nota                             técnica</a> – 11/01/2008</li>
</ul>
<p><strong>09/01/2008 –  Brasília</strong></p>
<ul type="disc">
<li>A febre amarela urbana foi erradicada no Brasil em 1942. O vírus, no entanto, continua a cirurlar na natureza. O Ministério da Saúde, estados e municípios acompanham as mortes de macacos (epizootias), pois é um ação sentinela sobre a atuação do vírus da febre amarela nas matas.</li>
<li>Nos meses de dezembro/07 e janeiro/08, houve um aumento significativo das notificações no estado de Goiás com a inclusão de 23 novos municípios em relação aos meses anteriores, alguns deles situados em municípios com grande fluxo de turismo nacional e internacional.</li>
<li>No mesmo período foram registradas também epizootias em 13 localidades do Distrito Federal, bem como em quatro municípios de Minas Gerais.</li>
<li>Adiciona-se ao fato, a proximidade das cidades em que                         ocorram essa mortes.</li>
<li>De forma preventiva, o Ministério da Saúde de forma articulada e integrada com as Secretarias Estaduais da Saúde de Goiás, do Distrito Federal e de Minas Gerais desencadearam as ações necessárias para impedir uma possível ocorrência de casos humanosnos municípios de ocorrência de epizootias e alerta às equipes de assistência médica para a detecção de possíveis casos:</li>
</ul>
<ul>
<li>
<ul>
<li>intensificação da vacinação contra a febre amarela para todas as pessoas, acima de seis meses de idade, não vacinadas e as que foram vacinadas há dez anos ou mais, que residam nas áreas de ocorrência de epizootias;</li>
<li>recomendação da vacinação para as pessoas que se desloquem para áreas de risco, pelo menos dez dias antes da viagem, assim como para os adeptos do ecoturismo e trabalhadores que adentram as matas;</li>
<li>orientação aos serviços de saúde para que notifiquem de imediato às autoridades sanitárias os casos atendidos e ou internados de pacientes com quadro clínico compatível com febre amarela;</li>
<li>realização, de imediato, de borrifação com inseticida e outras medidas de redução de criadouros do <em>Aedes aegypti</em>, nas áreas urbanas limítrofes aos locais onde se registrou morte de macacos, para evitar a transmissão de febre amarela para a população humana e impedir a reurbanização da doença;</li>
<li>articulação com o Ministério do Turismo, Ministério das Relações Exteriores e ANVISA, com o objetivo de orientar os viajantes nacionais e internacionais que se deslocarem para áreas turísticas localizadas nos municípios onde ocorreram epizootias, sobre a necessidade da vacinação contra a febre amarela pelo menos dez dias antes da viagem.</li>
</ul>
</li>
<li>Desde o início das epizootias, foram vacinadas aproximadamente 520 mil pessoas no estado de Goiás e 320 mil pessoas no Distrito Federal. Para isso, o Programa Nacional de Imunizações já disponibilizou 2.267.500 doses da vacina para ambos os estados nos meses de dezembro passado e janeiro em curso.</li>
</ul>
<p><strong>Situação da febre amarela no país</strong></p>
<p><strong>Áreas de Risco (Mantém circulação                         do vírus na natureza)</strong><br />
Região Norte<br />
Região Centro Oeste<br />
Maranhão<br />
Minas Gerais</p>
<p><strong>Risco Potencial</strong><br />
Sul dos seguintes estados: Bahia e Espírito Santo</p>
<p><strong>Áreas de Transição </strong><br />
Oeste dos seguintes estados: Piauí, São Paulo,                     Paraná e Santa Catarina</p>
<p><strong>Contra-indicações</strong></p>
<ul type="disc">
<li>A vacina contra febre amarela é contra-indicada                         em crianças com menos de 6 meses de idade;</li>
</ul>
<ul type="disc">
<li>Portadores de Imunodepressão transitória ou permanente, induzida por doenças (neoplasias, aids e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade) ou pelo tratamento (drogas imunossupressoras acima de 2 mg/kg/dia por mais de duas semanas, radioterapia etc);</li>
</ul>
<ul type="disc">
<li>Gestação em qualquer fase constitui contra-indicação relativa a ser analisada para cada caso na vigência de surtos;</li>
</ul>
<ul type="disc">
<li>Reações anafiláticas relacionadas a ovo de galinha e seus derivados ou outras substâncias presentes na vacina (ver composição) constituem contra-indicação.</li>
</ul>
<p style="font-weight: bold;">Casos da doença</p>
<p><img class="size-full wp-image-32 alignnone" title="casos_doenca" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2009/07/casos_doenca.gif" alt="casos_doenca" width="580" height="223" /></p>
<p>Fonte:<br />
Assessoria de Comunicação Social/Divisão de Imprensa – Ministério da Saúde<br />
Telefone: 61 3315-3507</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ações que você pode realizar para combater à Febre Amarela</title>
		<link>http://www.febreamarela.com/acoes-que-voce-pode-realizar-para-combater-a-febre-amarela/</link>
		<comments>http://www.febreamarela.com/acoes-que-voce-pode-realizar-para-combater-a-febre-amarela/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Checklist]]></category>
		<category><![CDATA[aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Além da vacinação (prevenção), é preciso que a população de todo o país se engaje na luta contra a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da febre amarela na zona urbana, já que se uma pessoa contaminada pelo vírus for picada pelo mosquito a transmissão pode ocorrer.
Segue abaixo uma lista de locais e ações que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além da vacinação (prevenção), é preciso que a população de todo o país se engaje na luta contra a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da febre amarela na zona urbana, já que se uma pessoa contaminada pelo vírus for picada pelo mosquito a transmissão pode ocorrer.</p>
<p>Segue abaixo uma lista de locais e ações que você pode realizar para combater o mosquito da dengue. Se você achar que é muita coisa, comece a realizar essas ações gradativamente e, ao poucos, essas atividades serão ainda mais simples. Tire um dia na semana, junte sua família, vizinhos e amigos. Faça sua parte!</p>
<h3>Eliminar Locais de Reprodução</h3>
<p><strong>Local:</strong> Pratinhos de vasos com plantas<br />
<strong>Ação</strong>: Elimine os pratinhos de vasos em áreas externas</p>
<p><strong>Local</strong>: Plantas em água para enraizar<br />
<strong>Ação</strong>: Manter a boca do recipiente protegida por algodão, papel alumínio, tecido, etc.</p>
<p><strong>Local</strong>: Plantas em água (jibóia, pau d´água)<br />
<strong>Ação</strong>: Encher com areia, ou lavar bem e trocar a água 2 vezes por semana.</p>
<p><strong>Local</strong>: Bromélias ou plantas que acumulam água<br />
<strong>Ação</strong>: Lavar com mangueira 2 vezes por semana</p>
<p><strong>Local</strong>: Ocos das árvores, bambus<br />
<strong>Ação</strong>: Preencher com serragem ou areia.</p>
<p><strong>Local</strong>: Espelhos d´água, cascatas, lagos<br />
<strong>Ação</strong>: Tratar com cloro/manter as bordas escovadas</p>
<p><strong>Local</strong>: Piscina<br />
<strong>Ação</strong>: Se tratada adequadamente, com cloro, não causam problemas; as lonas de proteção podem facilitar o acumulo de água. Colocar uma bóia sob a lona para facilitar o escoamento da chuva.</p>
<p><strong>Local</strong>: Muros com cacos de vidro<br />
<strong>Ação</strong>: Preencher com massa ou areia.</p>
<p><strong>Local</strong>: Vasos vazios, baldes, regadores, etc.<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los com as bocas para baixo.</p>
<p><strong>Local</strong>: Áreas externas próximas<br />
<strong>Ação</strong>: Percorrer áreas próximas de sua casa,seu jardim, áreas não ajardinadas, praças, parques, super-quadra, etc. Recolher objetos que possam transformar em depósitos de água.</p>
<p><strong>Local</strong>: Em áreas de obras<br />
<strong>Ação: </strong>Vedar totalmente caixas de água e cisternas. Esvaziar e lavar semanalmente tambores e de-pósitos de água, recolher baldes e latas, verificar depósitos ou empoçamentos e encher com areia.</p>
<p><strong>Local</strong>: Lajes<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-las limpas, com ralos desentupidos e verifique seu nivelamento para evitar depósitos.</p>
<p><strong>Local</strong>: Calhas, coletores de águas pluviais, caixas de inspeção, drenos, etc<br />
<strong>Ação</strong>: Fechar com tela, se possível preencher com areia ou brita até o limite para evitar empoçamentos, adicionar água sanitária, conferir o escoamento das águas.</p>
<p><strong>Local</strong>: Ar-condicionado<br />
<strong>Ação</strong>: Cuidar para que a água não fique depositada nas bandejas de coleta.</p>
<p><strong>Local</strong>: Barcos e canoas<br />
<strong>Ação</strong>: Manter viradas ou cobertas com lonas</p>
<h3>Depósitos e lixeiras</h3>
<p><strong>Local</strong>: Lixeiras externas<br />
<strong>Ação</strong>: Fazer furos na parte inferior.</p>
<p><strong>Local</strong>: Lixo doméstico<br />
<strong>Ação</strong>: Manter o lixo ensacado e o recipiente tampado.</p>
<p><strong>Local</strong>: Pneus usados<br />
<strong>Ação</strong>: Furar e encaminhar para a reciclagem sempre que possível; se utilizados como brinquedos infantis faça um furo na parte inferior; se ainda utilizáveis guardá-los secos e cobertos.</p>
<p><strong>Local</strong>: Vasilhame a ser descartado (casca de coco, latas de refrigerantes, copo plástico), garrafas, embalagens, etc.<br />
<strong>Ação</strong>: Furar, amassar, cortar, picar, etc. de maneira que não se transformem em recipientes nos locais finais de depósito.</p>
<h3>Depósitos de água</h3>
<p><strong>Local</strong>: Caixas d’água, tonéis, depósitos em geral<br />
<strong>Ação</strong>: Manter sempre tampados e lavar regularmente esfregando bordas e paredes.</p>
<p><strong>Local</strong>: Cacimbas e poços<br />
<strong>Ação</strong>: Manter sempre bem fechados.</p>
<h3>Dentro de Casa</h3>
<p><strong>Local</strong>: Vasos com flores cortada<br />
<strong>Ação</strong>: Trocar a água e lavar o recipiente 2 vezes por semana.</p>
<p><strong>Local</strong>: Pratinhos em vasos de plantas<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los secos ou preencher com areia.</p>
<p><strong>Local</strong>: Latas, garrafas, frascos em geral, vidros<br />
<strong>Ação</strong>: Guardar somente o que for realmente necessário e sempre virados para baixo.</p>
<h3>Animais Domésticos</h3>
<p><strong>Local</strong>: Aquários para peixes<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los limpos e telados e, se possível, criar uma espécie larvófoga.</p>
<p><strong>Local</strong>: Cães, gatos, passarinhos<br />
<strong>Ação</strong>: Diminuir o número de bebedouros, escová-los quando trocar a água.</p>
<h3>Na Cozinha</h3>
<p><strong>Local</strong>: Ralos com pouco uso<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los isolados com um filme plástico, jogar água sanitária 2 vezes por semana.</p>
<p><strong>Local</strong>: Filtros e recipientes para água<br />
<strong>Ação</strong>: Lavar com bucha regularmente e mantê-los tampados.</p>
<p><strong>Local</strong>: Bandeja de coleta de água da geladeira<br />
<strong>Ação</strong>: Manter seca e lavar regularmente.</p>
<p><strong>Local</strong>: Água mineral retornável<br />
<strong>Ação</strong>: Lavar sempre que trocar o garrafão.</p>
<p><strong>Local</strong>: Objetos que possam acumular água<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los tampados ou emborcados.</p>
<h3>No Banheiro</h3>
<p><strong>Local</strong>: Caixas de descarga, vasos sanitários e ralos com pouco uso<br />
<strong>Ação</strong>: Mantê-los sempre bem limpos e jogar água com água sanitária duas vezes por semana.</p>
<p><em>Fonte: www2.camara.gov.br/eve/realizados/dengue</em></p>
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		<title>Perguntas freqüentes</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas freqüentes]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<description><![CDATA[Perguntas e respostas sobre Febre Amarela:
- Geral sobre a doença
- Transmissão
- Sintomas
- Diagnóstico
- Tratamento
- Prevenção
- Outros
O QUE É
O que é Febre Amarela?
É uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus e transmitida por mosquito (Haemagogus, Sabethes e Aedes aegypti). Possui dois ciclos epidemiológicos distintos (silvestre e urbano).
A febre amarela silvestre é uma doença típica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Perguntas e respostas sobre Febre Amarela:</strong><br />
- Geral sobre a doença<br />
- Transmissão<br />
- Sintomas<br />
- Diagnóstico<br />
- Tratamento<br />
- Prevenção<br />
- Outros</p>
<h3>O QUE É</h3>
<p><strong>O que é Febre Amarela?</strong></p>
<p>É uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus e transmitida por mosquito (Haemagogus, Sabethes e Aedes aegypti). Possui dois ciclos epidemiológicos distintos (silvestre e urbano).</p>
<p>A febre amarela silvestre é uma doença típica de macacos que vivem nas florestas tropicais e equatoriais. Ela ocorre de forma cíclica, com maior intensidade a cada cinco ou sete anos. O aparecimento de casos humanos da doença é precedido de epizootias (morte de macacos). A febre amarela urbana não ocorre no Brasil desde 1942, entretanto com a ampla disseminação do mosquito Aedes aegypti no país há risco de reurbanização do vírus da febre amarela .</p>
<p><strong>Qual a diferença entre a silvestre e a urbana?</strong><br />
Ambas são semelhantes do ponto de vista etiológico, fisiopatológico, imunológico e clínico. A principal diferença é em relação ao vetor, no caso da forma urbana o mosquito transmissor é o Aedes aegypti e na forma silvestre os mosquitos transmissores são silvestres-Haemagogus, Sabethes. No Brasil o último caso de febre amarela urbana foi registrado em 1942.</p>
<p><strong>Qual o microrganismo envolvido?</strong><br />
O vírus RNA. Arbovírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae.</p>
<p>A doença se chama febre amarela por que quem a contrai fica obrigatoriamente com icterícia?<br />
A icterícia é uma coloração amarelada que aparece na pele e nos olhos, que é uma característica da doença. Mas temos que lembrar que existem formas muito leves da doença que não chegam a formar a icterícia. Já a febre sim, essa acontece em todas as situações .</p>
<p>Como se caracteriza uma epidemia de febre amarela? Quantas pessoas com a doença precisam ser identificadas?<br />
A epidemia não se restringe a uma área. Considera-se epidemia quando a doença atinge uma grande parte de municípios, de um estado, outras áreas territoriais e às vezes até de outros estados.</p>
<h3>TRANSMISSÃO</h3>
<p><strong>Como se pega?</strong><br />
Por meio da picada do mosquito infectado com sangue de animais doentes, sendo o macaco a principal fonte de infecção da doença.</p>
<p><strong>A doença passa de pessoa para pessoa?</strong><br />
Não. Não existe transmissão de pessoa a pessoa. A doença é sempre transmitida pelo mosquito contaminado.</p>
<p><strong>Onde ocorre a febre amarela silvestre? </strong><br />
No Brasil, a febre amarela silvestre ocorre nas florestas, matas e áreas rurais de regiões endêmicas: Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Rondônia, Roraima e Tocantins.</p>
<p>No mundo há casos na África (Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Sudão) e América do Sul( Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Perú e Venezuela).</p>
<p><strong>Existem casos de febre amarela urbana no Brasil?</strong><br />
Não há ocorrência de febre amarela urbana no Brasil desde 1942, apesar da infestação pelo mosquito Aedes aegypti, vetor urbano da doença, em muitos municípios do país.</p>
<p>O mosquito Aedes aegypti foi considerado erradicado do país em 1955 mas, a partir de 1976, o Brasil é novamente reinfestado. Hoje, esse mosquito está presente em cerca de 60% dos municípios do país.</p>
<p>Atualmente são registrados casos de febre amarela urbana apenas na África. Na América do Sul, foram registrados entre 1997 e 1998 casos de febre amarela urbana apenas na Bolívia.</p>
<p><strong>O homem infectado pelo vírus da febre amarela residente em área urbana infestada de Aedes aegypti, pode transmitir o vírus para o mosquito se for picado? </strong><br />
Sim. E é essa uma das grandes preocupações das autoridades de saúde, pois pode ocorrer o desencadeamento da febre amarela urbana. Mas para que uma pessoa com febre amarela contamine o mosquito, é necessário que ela seja picada pelo Aedes aegypti cerca de 24 a 48 horas antes do início dos sintomas e de três a cinco dias após o início da doença.</p>
<h3>SINTOMAS</h3>
<p><strong>Quais são os sinais e sintomas da doença?</strong><br />
Inicialmente surge febre, icterícia (olhos amarelados ou “amarelão”), dor de cabeça, calafrios, dor nas costas (região lombar), dor muscular generalizada com mal estar, náuseas, vômitos e diarréia. Evolui para problemas de fígado e rins (insuficiência hepática e renal) caracterizada acarretando a diminuição ou ausência de urina, além de outros sinais como:sangramento , confusão mental, podendo causar a morte.</p>
<p><strong>Pode ser confundida com outras doenças?</strong><br />
As formas leve e moderada da febre amarela são de difícil diagnóstico diferencial, pois podem ser confundidas com outras doenças infecciosas que atingem os sistemas respiratório, digestivo e urinário. As formas graves, com quadro clínico clássico ou fulminante, devem ser diferenciadas de malária por Plasmodium falciparum, leptospirose, além de formas fulminantes de hepatites. Devem ser lembradas, ainda, as febres hemorrágicas de etiologia viral, como dengue hemorrágico e septicemias.</p>
<p><strong>Todos os casos de Febre Amarela morrem?</strong><br />
Não. Existem formas leves que evoluem para cura e formas graves que evoluem para o óbito. A letalidade geral da doença varia entre 5% a 50%.</p>
<p><strong>O que fazer em caso de aparecimento de sintomas?</strong><br />
Procurar imediatamente a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa para avaliação médica. De preferência levar o cartão de vacinação e não esquecer de informar sobre história de viagens e exposição a matas, florestas etc.</p>
<p><strong>Todas as pessoas que se infectam com o vírus da febre amarela adoecem? </strong><br />
Não. Apenas 10% poderão apresentar alguns sintomas da doença, que pode ser de moderada, grave e maligna. A maioria das pessoas apesar de infectada pelo vírus da febre amarela, não apresentarão sintomas da doença.</p>
<p><strong>Como é o desenvolvimento da doença? </strong><br />
Existe um período de incubação do vírus que dura cerca de três a seis dias após a picada do mosquito. Após esse período de incubação, cerca de 90% das pessoas infectadas são assintomáticas ou apresentam sintomas leves e orestante poderão apresentar a forma moderada , grave ou maligna. Nas formas graves e malignas apresentam uma evolução denominda bifásica: seguem-se os períodos de infecção, de remissão e nos casos mais graves, de intoxicação.</p>
<p>O período de infecção tem início súbito e dura cerca de 3 dias. É caracterizado por sintomas gerais como febre, calafrios, dores de cabeça, lombalgia (dores nas costas), mialgias (dores musculares) generalizadas, prostração, náuseas e vômitos.</p>
<p>O período de remissão caracteriza-se pelo declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente. Dura de poucas horas até dois dias.</p>
<p>O período de intoxicação caracteriza-se pela predominância dos sintomas hepato-renal, tais como icterícia, hematêmese (vômitos com sangue), melena e outras manifestações hemorrágicas (epistaxes, otorragias, gengivorraias), oligúria e anúria, acompanhados de albuminúria e prostração intensa.</p>
<h3>DIAGNÓSTICO</h3>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa doença?</strong><br />
É realizado através da história clínica de viagens a áreas de risco para febre amarela, manifestações clínicas características, como o comprometimento hepático, renal e presença de hemorragias. O diagnóstico de certeza é realizado através de exames laboratoriais específicos (MacElisa, inibição da hemaglutinação, fixação de complemento e teste de neutralização).</p>
<p><strong>Como diferenciar a febre amarela de outras doenças febris?</strong><br />
Nas formas leve e moderada, o diagnóstico diferencial em relação a outras doenças febris é difícil. As formas graves de febre amarela devem ser diferenciadas de malária por Plasmodium falciparum, leptospirose, febres hemorrágicas virais (Arenavírus e dengue) e hepatites virais.</p>
<p><strong>Em quanto tempo sai o resultado de um exame para a identificação do vírus no sangue?</strong><br />
Esse exame é muito especifico e complexo, leva no mínimo 15 dias por conta da técnica que é usada para o isolamento do vírus. Mas tem um outro exame que é a sorologia, e esse é rápido, ficando pronto em 48 horas.</p>
<h3>TRATAMENTO</h3>
<p><strong>Qual é o tratamento para a doença?</strong><br />
O tratamento é sintomático, com cuidadosa assistência médica ao paciente que, sob hospitalização deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e perdas de sangue, quando indicado. Nas formas graves os pacientes devem ser atendidos em Unidades de Terapia Intensiva.</p>
<p><strong>Há tratamento específico para a pessoa que apresente as formas graves da febre amarela?</strong><br />
Não. O tratamento consiste basicamente na abordagem das complicações, e até o momento ainda não há uma droga eficaz para combater essa infecção. A terapêutica restringe-se a medidas gerais de reposição de volemia e sustentação, buscando dar condições ao organismo de se recuperar da agressão causada pelo vírus. Não há tratamento específico, já foram usados a Ribavirina e o intérferon-gama sem resultados satisfatórios.<br />
<strong><br />
Quais são os cuidados com o paciente com febre amarela?</strong><br />
Não é necessário o isolamento do paciente pois a doença não é contagiosa. Deve-se apenas evitar o acesso do mosquito Aedes aegypti ao paciente durante os primeiros dias de infecção para que não contamine o mosquito e espalhe a doença. Nas formas leves o quadro muitas vezes se confunde com infecções respiratórias virais e nas formas graves o paciente necessita de cuidados intensivos.</p>
<p><strong>Qual é a chance, em porcentagem, de uma pessoa contaminada morrer?</strong><br />
A chance é muito elevada se a gente considerar as formas graves da doença, que pode chegar até 100%. Mas se a gente considerar que a febre amarela tem varias formas de apresentação clinica, esse índice se reduz, essa letalidade se reduz a uns 10%. Nos últimos 10 anos, a letalidade foi de 46%.</p>
<h3>PREVENÇÃO</h3>
<p><strong>Como evitar a doença?</strong><br />
A vacina é a principal medida de prevenção contra a doença, conferindo proteção de 99%.<br />
Outras medidas de prevenção incluem: evitar exposição a matas e florestas, e nos casos de exposição a estes locais: usar vestuários adequados (blusas de manga longa, calça comprida) e repelentes para diminuir as áreas de exposição do corpo, e dormir com mosquiteiros.</p>
<p><strong>Quando a vacina contra a febre amarela é indicada?</strong><br />
Ela é indicada a todas as pessoas, a partir de seis meses de idade, que residam ou se dirijam a áreas endemicas e/ou epidêmicas.</p>
<p>É exigido o Certificado Internacional de Imunização contra a Febre Amarela aos viajantes que vão para a África (Angola, Benin, Burkina Faso, Camarão, Repúplica Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Ghana, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Sudão) e América do Sul (Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Venezuela).</p>
<p>No Brasil, somente os residentes ou viajantes que se dirigem para as áreas endêmicas brasileiras (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal e Goiás) devem se vacinar contra a febre amarela.</p>
<p><strong>A vacina é eficaz? </strong><br />
Sim. A proteção conferida pela vacina é superior a 90% e a pessoa fica imunizada por 10 anos mas os anticorpos protetores só se formam de 7 a 10 dias após a vacinação. Portanto, para adequada proteção contra a febre amarela, as pessoas devem ser vacinadas 10 dias antes de viajarem para as áreas de risco.</p>
<p><strong>Quais são as reações adversas à vacina da febre amarela?</strong><br />
A vacina não produz reações adversas mas algumas pessoas (de 2 a 5% dos vacinados) podem apresentar dor local, febre, dores musculares e dor de cabeça com duração de 1 a 2 dias.</p>
<p><strong>Qualquer pessoa pode receber a vacina contra a febre amarela? </strong><br />
Não. A vacina está contra-indicada para crianças menores de seis meses de idade, para as pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, tumores malignos e os pacientes sintomáticos infectados pelo HIV, pacientes em terapêutica imunossupressora (quimioterapia, radioterapia, uso de corticóides em altas doses), gestantes, salvo situações de risco e pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo.</p>
<p><strong>A pessoa vacinada contra a febre amarela pode contrair a doença devido a vacina? </strong><br />
Foram relatados no Brasil, dois pacientes que faleceram após a aplicação da vacina contra a febre amarela, devido a disseminação do vírus vacinal. É importante ressaltar que são os primeiros casos descritos e ocorreram após a aplicação de cerca de 60 milhões de doses nos últimos anos no nosso país. Várias investigações e estudos estão sendo realizados para elucidação desses eventos e os resultados iniciais tem demonstrado que não houve mutação do vírus vacinal. É um evento raríssimo, e é importante ressaltar que as pessoas que residem ou se desloquem para as áreas de risco devem ser vacinadas, pois o risco de se infectarem pelo vírus da febre amarela e apresentarem formas graves da doença são muito maiores em comparação a ocorrência de eventos adversos graves pós-vacina contra a febre amarela.</p>
<p><strong>A pessoa que já teve febre amarela adquire imunidade contra a doença? </strong><br />
Sim, no entanto é fundamental que a pessoa seja imunizada antes de se infectar pelo vírus da febre amarela, pelo risco de desenvolver formas graves cuja letalidade é elevada, superior a 50%.</p>
<p><strong>Quem deve tomar a vacina?</strong><br />
Todas as pessoas a partir de seis (06) meses de idade que não tenham sido vacinadas nos últimos 10 anos.</p>
<p><strong>Onde posso ser vacinado?</strong><br />
De posse de um documento de identificação procurar qualquer centro de saúde.<br />
<strong><br />
Qual o esquema de vacinação?</strong><br />
Uma dose de vacina injetável (subcutânea) com revacinação a cada 10 anos.</p>
<p><strong>Quem não pode tomar a vacina?</strong><br />
- Crianças menores de 6 meses<br />
- Pessoas com alergia grave (história de reação anafilática) a ovo e seus derivados (que não come nenhum alimento com ovos como: bolo, pão de queijo, macarrão, etc .)<br />
- Pessoas com infecção aguda com febre acima de 38,5º C<br />
- Pessoas com imunodeficiência (de nascença ou adquirida) – pacientes com Aids, pós transplante de medula óssea (até 2 anos do procedimento);<br />
- Pacientes em uso de quimioterapia, radioterapia e corticóide em doses elevadas e por período superior a 15 dias;<br />
- Gestantes<br />
Frente a estas situações recomenda-se avaliação do risco e atenção as demais medidas de prevenção, tais como: evitar exposição a matas e florestas, e nos casos de exposição a estes locais: usar vestuários adequados (blusas de manga longa, calça comprida) e repelentes para diminuir as áreas de exposição do corpo, e dormir com mosquiteiros.</p>
<p><strong>A vacina pode ser administrada com outras?</strong><br />
Sim. Desde que feitas em regiões anatômicas diferentes.</p>
<p><strong>A vacina pode provocar reações?</strong><br />
Sim. Dor no local de aplicação, febre, dor de cabeça (cefaléia), dores musculares (mialgia ), nos primeiros dias após a vacinação durando de 1 a 3 dias na maior parte dos casos. Casos graves são raramente relatados. Na ocorrência de eventos adversos, procurar o serviço de saúde para que seja feita a notificação, investigação do fato.</p>
<p><strong>A vacina tem efeito imediato?</strong><br />
Na primeira vez que o indivíduo é vacinado a proteção só ocorre 10 a 15 dias após a vacinação. Na revacinação ela é imediata. Uma vez vacinado a proteção da vacina tem duração de 10 anos.</p>
<p><strong>Quem ingere bebida alcoólica pode se vacinar?</strong><br />
Qualquer bebida alcoólica sempre deve ser ingerida com moderação. Em relação à vacina contra Febre Amarela, não há relatos de qualquer interferência pela bebida.</p>
<p><strong>Quem toma a vacina pode tomar qualquer tipo de medicamento depois. E se tomar remédio controlado? Tem alguma restrição. E os remédios que contem ácido acetilsalicílico , tipo as e aspirina?</strong><br />
Não há nenhum problema de interação medicamentosa entre a vacina e outros medicamentos, qualquer que seja o medicamento.</p>
<p><strong>É preciso evitar fazer movimentos bruscos com o braço depois da vacinação?</strong><br />
Não deve haver nenhuma preocupação com movimentação brusca após a vacinação.<br />
<strong><br />
Uma pessoa sabe que há oito anos ela tomou algumas vacinas, mas não se lembra se entre elas está a de febre amarela. Ela pode se vacinar novamente?</strong><br />
Na dúvida, a recomendação é para se vacinar.</p>
<p><strong>A vacina não pode ser tomada por pessoas com baixa imunidade. Isso quer dizer que quem esteve doente há pouco tempo não pode tomar?</strong><br />
A vacina não é recomendável para pessoas que estão com baixa imunidade. Para quem esteve doente, depende de avaliação médica.</p>
<p>E como avaliar quem tem ou não baixa imunidade? O que acontece se uma pessoa com baixa imunidade tomar a vacina?<br />
Imunidade é quando a pessoa cuja defesa do organismo está em baixa. Mas geralmente as pessoas têm diagnostico por parte dos médicos que a acompanham. São aquelas pessoas que estão em tratamento de câncer, por exemplo, que estão tomando drogas imunosupressoras como corticóides com dosagens elevadas, algumas situações de portadores de HIV em que estejam com imunosupressão.</p>
<p><strong>Quem está tentando engravidar pode tomar a vacina?</strong><br />
Não sendo indicada a vacina para gestantes, quem está tentando engravidar já pode estar grávida e, assim, não pode tomar a vacina nesse período.</p>
<p><strong>Quem já tomou, mas não lembra a data?</strong><br />
Esgotada a possibilidade de encontrar o cartão, procurar o centro de saúde para se vacinar.</p>
<p><strong>Faltando dois meses para vencer a vacina, a pessoa deve tomá-la novamente? A imunização é 100% garantida no período de 10 anos ou a eficácia da vacina diminui na medida em que o tempo vai passand</strong>o?<br />
A vacina tem cobertura total de 10 anos. Mas não há problema em repetir a vacina caso faltem dois meses para vencer os 10 anos.</p>
<p><strong>Os hospitais também estão vacinando?</strong><br />
Depende da organização dos serviços em cada município e em cada cidade. Em alguns hospitais há salas de vacinas. Mas geralmente as salas de vacinas estão nas unidades básicas de saúde da família.</p>
<p><strong>Existe algum cuidado específico que uma pessoa imunizada há menos de 10 dias precisa tomar para não se contaminar?</strong><br />
A vacina assegura 100%% de imunização, após o décimo dia de aplicação. E essa proteção dura 10 anos.</p>
<p><strong>O que devem fazer as pessoas que não podem se vacinar (grávidas, alergia a ovo etc)?</strong><br />
Procurar orientação médica. Em caso de não ter como evitar a permanência em áreas silvestres, a pessoa deve reforçar o uso de repelentes.</p>
<p><strong>Pessoas que farão viagens internacionais e não tomaram vacina antecipadamente podem ser impedidas de viajar por não estar em dia com a vacina?</strong><br />
Sim. Se o país para o qual ele se dirige exige a vacinação. Nem todos exigem essa vacinação. A publicação é feita anualmente na pagina da OMS e também na Anvisa. Nem todos os países exigem, mas se você não está com a vacina em dia, você corre o risco de voltar sim.</p>
<p><strong>Quais as medidas para controlar a febre amarela? </strong><br />
Em relação à febre amarela silvestre, não existem medidas específicas para combatê-la pois o vírus amarílico tem circulação habitual entre os animais silvestres e não existem medidas específicas para erradicar os mosquitos que vivem nas florestas e matas.</p>
<p>Quanto à febre amarela urbana, além do combate ao vetor, utilizando-se inseticidas, deve-se eliminar todos os depósitos que puderem servir como foco do Aedes aegypti, ou seja, recipientes que podem conter água parada, mesmo limpa, como garrafas, pneus, pratos de vasos de plantas, vasos com plantas aquáticas etc.</p>
<p><strong>Além do Aedes aegypti, outro mosquito transmite a febre amarela? Ele também se reproduz da mesma forma que o da dengue, ou seja, em água parada? Como podemos prevenir a reprodução do mosquito?</strong><br />
O aedes aegypti é o transmissor da febre amarela nas cidades. Mas a febre amarela que temos hoje no Brasil é a de transmissão silvestre, transmitidas pelos vetores silvestres chamados haemagogus e sabethes. Prevenir esse mosquito é impossível porque faz parte da natureza e são seres silvestres. A reprodução desses mosquitos está mais ligada ao ambiente silvestre.</p>
<h3>OUTROS</h3>
<p><strong>O que fazer ao encontrar um macaco morto?</strong><br />
Não manipular o animal e comunicar de imediato a Diretoria de Vigilância Ambiental de 2ª a 6ª feira de 8 as 17horas. De 2ª a 6ª feira após às 17 horas, nos finais de semana e feriados comunicar a Polícia Militar Ambiental.</p>
<p><strong>Qual é a importância da morte de macacos?</strong><br />
A morte de macacos (epizootias) representa um alerta para o aparecimento de casos de febre amarela em humanos. Por isso, é fundamental o monitoramento da morte destes animais para a vigilância e controle da febre amarela.</p>
<p><strong>Existe alguma relação entre o retorno da febre amarela com o aquecimento global?</strong><br />
<strong>O aumento de temperatura e uma maior freqüência de chuvas não podem acelerar o processo de reprodução do mosquito e provocar epizootias?</strong><br />
Nesse momento, não se pode culpar o aquecimento global pelo que está acontecendo no Brasil. Mas, quando há aumento de temperatura, aumenta consequentemente a quantidade de chuvas e isso tem influência no aumento da população dos mosquitos , que são os vetores da doença.</p>
<p><strong>Fontes: </strong><br />
<em>Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância em Saúde -www.saude.gov .br/svs<br />
Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br<br />
Organização Mundial de Saúde www.who.int<br />
http://www.emedix.com.br/doe/imu001_1f_febreamarela.php,<br />
Secretaria de Saúde do Distrito FederaL</em></p>
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		<title>Tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo pessoa infectada pela febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Como não existem medicamentos específicos para se combater a doença, o tratamento indicado é à base de hidratação e do uso de antitérmicos, que não contenham ácido acetilsalicílico.
Em casos mais graves, o paciente deve ser assistindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo pessoa infectada pela febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Como não existem medicamentos específicos para se combater a doença, o tratamento indicado é à base de hidratação e do uso de antitérmicos, que não contenham ácido acetilsalicílico.</p>
<p>Em casos mais graves, o paciente deve ser assistindo em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, algumas vezes, passar por diálise e transfusão de sangue.</p>
<p>Como a febre amarela não é uma doença contagiosa, não é necessário isolar o paciente. Mas é preciso evitar o aparecimento do mosquito Aedes aegypti durante os primeiros dias de infecção para que não se contaminar o mosquito e se espalhar a doença.</p>
<p>É importante lembrar que se o paciente não receber assistência médica adequado, ele pode morrer.</p>
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		<title>Diagnóstico</title>
		<link>http://www.febreamarela.com/diagnostico/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a febre amarela pode apresentar diversos sintomas, de acordo com sua forma de apresentação, se leve, moderada ou grave, o diagnóstico não é tão simples. No caso da apresentação leve e moderada, a febre amarela pode ser confundidas com outras doenças infecciosas que atingem os sistemas respiratório, digestivo e urinário.
Já as formas graves têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como a febre amarela pode apresentar diversos sintomas, de acordo com sua forma de apresentação, se leve, moderada ou grave, o diagnóstico não é tão simples. No caso da apresentação leve e moderada, a febre amarela pode ser confundidas com outras doenças infecciosas que atingem os sistemas respiratório, digestivo e urinário.</p>
<p>Já as formas graves têm características semelhantes as da malária, leptospirose, hepatites e febre hemorrágica da dengue. Por isso é importante que seja realizado, além do diagnóstico diferencial, um exame laboratorial (MacElisa, inibição da hemaglutinação, fixação de complemento e teste de neutralização), em que será colhido o sangue do doente para se confirmar ou não a doença. Em caso de óbito, são feitos exames especializados</p>
<p>O diagnóstico preciso é fundamental para se evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, em que o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue.</p>
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