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	<title>Febre Amarela &#187; bugios</title>
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	<description>Aprenda como se prevenir da febre amarela. Obtenha informações sobre o que é a doença, o vírus, modos de transmissão, tratamento, prevenção e muito mais.</description>
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		<title>Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 14:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul testemunhou em 2008/2009 uma epizootia em Primatas Não Humanos de magnitude jamais documentada, causada por Febre Amarela Silvestre. A ocorrência de morte de expressivo número de Bugios, entre outubro de 2008 e junho de 2009, atingiu praticamente todas as regiões do Estado, inclusive aproximando-se da região metropolitana de Porto Alegre. [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/unicruz-e-referencia-na-avaliacao-dos-impactos-da-febre-amarela-nas-populacoes-de-bugios-na-regiao/">Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/bugios.jpg" rel="lightbox[246]"><img class="alignleft size-medium wp-image-247" title="bugios" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/bugios-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a>O Rio Grande do Sul testemunhou em 2008/2009 uma epizootia em Primatas Não Humanos de magnitude jamais documentada, causada por Febre Amarela Silvestre. A ocorrência de morte de expressivo número de Bugios, entre outubro de 2008 e junho de 2009, atingiu praticamente todas as regiões do Estado, inclusive aproximando-se da região metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p>Com o objetivo de entender de que forma essa situação pode ter afetado o status de conservação desses primatas no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância Sanitária &#8211; CEVS, promoveu uma Oficina de Avaliação dos Impactos da Febre Amarela sobre as Populações de Primatas no Rio Grande do Sul nos dias 26 e 27 de abril, em Porto Alegre, com técnicos de saúde, meio ambiente, ONGs e pesquisadores. A meta foi traçar um plano para a preservação dos bugios no estado.</p>
<p>Na ocasião o projeto PIBIC – UNICRUZ  “Conservação do bugio-preto. no município de Cruz Alta, RS” e o Trabalho de Conclusão de Curso da Especialista em Biologia da Conservação e Tecnologias Ambientais – UNICRUZ, Jamila Nogueira Valério “Alouatta caraya no município de Fortaleza dos Valos &#8211; RS”, foram apresentados na mesa redonda “Projetos em andamento pós epizootia”. Os resultados dos projetos apontam para o desaparecimento dos bugios das áreas de ocorrência após a epizootia de febre amarela, fato preocupante para a conservação da espécie na região.</p>
<p>O reconhecimento dos dois trabalhos apresentados pela comunidade científica coloca a Universidade de Cruz Alta como uma das poucas instituições de Ensino Superior do estado a desenvolverem trabalhos na área.</p>
<p>Fonte: Radio Progresso</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/unicruz-e-referencia-na-avaliacao-dos-impactos-da-febre-amarela-nas-populacoes-de-bugios-na-regiao/">Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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