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	<title>Febre Amarela &#187; febre amarela</title>
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	<description>Aprenda como se prevenir da febre amarela. Obtenha informações sobre o que é a doença, o vírus, modos de transmissão, tratamento, prevenção e muito mais.</description>
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		<title>Aumenta procura por vacina contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Número de imunizações no primeiro trimestre é igual a 35% de todo o ano passado
 
 
O número de imunizações contra a febre amarela em Ribeirão Preto no primeiro trimestre deste ano chega a 35% do total de doses do ano passado. Em 2009 foram 30.651 vacinas. Só nos três primeiros meses de 2010, o [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/aumenta-procura-por-vacina-contra-febre-amarela/">Aumenta procura por vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/saude153-vacina.jpg" rel="lightbox[266]"><img class="alignleft size-full wp-image-268" title="saude153-vacina" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/saude153-vacina.jpg" alt="" width="200" height="186" /></a>Número de imunizações no primeiro trimestre é igual a 35% de todo o ano passado</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;">O número de imunizações contra a febre amarela em Ribeirão Preto no primeiro trimestre deste ano chega a 35% do total de doses do ano passado. Em 2009 foram 30.651 vacinas. Só nos três primeiros meses de 2010, o número chegou a 10.518. Os dados são do Ministério da Saúde.</span></p>
<p>Segundo a Vigilância Epidemiológica da cidade, além de Ribeirão ser considerada área de risco, a campanha de vacinação do vírus H1N1 incentivou a população a se imunizar contra outras doenças. “Morar em Ribeirão já representa risco, já que a cidade está em uma zona considerada perigosa para a transmissão. Não tivemos casos no ano passado e até agora também não há nenhum neste ano. A vacina vale por dez anos, então é importante que a população garanta a dose”, afirmou a coordenadora do programa de imunização do município, Elizabete Paganini.</p>
<p>A febre amarela é uma doença silvestre, cujo contágio é causado pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, o Aedes aegypti, mas a epidemia de Ribeirão Preto não traz riscos à transmissão de febre amarela. O contágio acontece quando a pessoa entra em um habitat natural, quando faz ecoturismo, por exemplo. “O único fator comum entre as duas doenças é o vetor. Não há ligação entre número de casos de dengue e da febre amarela”, disse.</p>
<p>A auxiliar administrativa Fernanda Casanova Luchetta, 28 anos, foi tomar a vacina contra a gripe A e aproveitou para garantir as doses antitetânica e contra a febre amarela. “Tomei todas de uma vez para ficar protegida”, afirmou.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, Ribeirão é considerada uma cidade em área de risco por já ter registrado casos da doença. De acordo com a coordenadora do programa de imunização da cidade, no ano passado a cidade não registrou nenhuma ocorrência e, em 2008, houve uma, em Sertãozinho. “Na região, próximo a Minas Gerais, há mais casos e, por isso, a cidade entra na área de risco.” Ainda segundo o Ministério da Saúde, de janeiro a março deste ano, o total de doses que constam no calendário aplicadas na cidade foi de 71.574.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;">Fonte: Gazeta de Ribeirão<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/aumenta-procura-por-vacina-contra-febre-amarela/">Aumenta procura por vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Turista deve ter cuidados com insetos e alimentos na África do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os turistas que vão viajar para a África do Sul a fim de acompanhar a Copa do Mundo de Futebol devem tomar alguns cuidados, principalmente com insetos e alimentos, segundo a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O alerta é para a importância da prevenção de doenças transmitidas por vetores e por água [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/turista-deve-ter-cuidados-com-insetos-e-alimentos-na-africa-do-sul/">Turista deve ter cuidados com insetos e alimentos na África do Sul</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/Febre-Amarela.jpg" rel="lightbox[263]"><img class="alignleft size-medium wp-image-264" title="Febre-Amarela" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/Febre-Amarela-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a>Os turistas que vão viajar para a África do Sul a fim de acompanhar a Copa do Mundo de Futebol devem tomar alguns cuidados, principalmente com insetos e alimentos, segundo a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O alerta é para a importância da prevenção de doenças transmitidas por vetores e por água ou alimentos contaminados.</p>
<p>Além das vacinas contra febre amarela e sarampo antes da viagem, cuidados extras devem ser tomados pelos turistas no local a fim de evitar a ocorrência de outras doenças. As áreas de ecoturismo e safári são as mais propensas a picadas de insetos transmissores de doenças como a malária e febre amarela.</p>
<p>Já nos centros urbanos, a contaminação por água e alimentos é mais comum, podendo causar diarreia, desidratação, vômitos e dores no corpo. Por isso, recomenda-se dobrar a atenção ao sair para passeios ou fazer refeições.</p>
<p>No site da Vigilância Epidemiológica Estadual (www.cve.saude.sp.gov.br) é possível acessar a lista completa de recomendações feitas àqueles que irão à África nesta Copa.</p>
<p>Fonte: Abril</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/turista-deve-ter-cuidados-com-insetos-e-alimentos-na-africa-do-sul/">Turista deve ter cuidados com insetos e alimentos na África do Sul</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Médico alerta para doenças mais comuns na África</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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Entre elas, a necessidade da apresentação do Certificado Internacional de Vacinação, comprovando que o turista está imunizado contra a Febre Amarela. O que poucos sabem é [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/medico-alerta-para-doencas-mais-comuns-na-africa/">Médico alerta para doenças mais comuns na África</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/CNT_EXT_289963.jpg" rel="lightbox[259]"><img class="alignleft size-medium wp-image-260" title="CNT_EXT_289963" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/06/CNT_EXT_289963-220x300.jpg" alt="" width="220" height="300" /></a>Há alguns dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulga uma série de medidas de prevenção para os torcedores que irão acompanhar a Copa do Mundo, na África do Sul.</p>
<p>Entre elas, a necessidade da apresentação do Certificado Internacional de Vacinação, comprovando que o turista está imunizado contra a Febre Amarela. O que poucos sabem é que na África do Sul não tem Febre Amarela. O governo de lá exige o atestado de vacinação contra a doença exatamente como medida preventiva.</p>
<p>Mas se o torcedor está aparentemente protegido deste tipo de enfermidade, outros cuidados são importantes. Gripe, hepatite, sarampo e doenças ainda mais sérias poderão rondar os turistas durante a competição.</p>
<p>&#8220;O ideal é vacinar-se até dez dias antes da viagem. Mas, vale ressaltar que as gestantes, bebês com menos de seis meses e pacientes imunodeprimidos não podem tomar a vacina&#8221;, alerta Jessé Reis, médico infectologista responsável pelo Check-Up do Viajante do Fleury.</p>
<p>Os jogos acontecerão no inverno africano, que chega a ter míninas de 5° de temperatura. Ambiente propício a gripes e resfriados. Além disso, a exemplo do ocorrido na Copa da Alemanha em 2006, a África do Sul registrou recentemente um aumento no número de casos de Sarampo. De Setembro de 2009 até agora, cerca de 15 mil pessoas já foram infectadas com a doença. Em especial, em Joanesburgo e Pretória, cidades onde a seleção brasileira irá jogar. &#8220;Por isso, prevenir-se é fundamental&#8221;, ressalta o doutor Jessé Reis.</p>
<p>O médico afirma que o turista que ficar na região urbana corre um risco menor de contrair doenças como a Tuberculose, de alta incidência naquela região, e a Hepatite A, doença mais frequente entre os viajantes. Já nas regiões rurais, onde se costuma praticar o safári, o risco é maior.</p>
<p>Por isso, fique atento às dicas:</p>
<p>SARAMPO &#8211; O infectologista diz que o ideal é vacinar-se com duas de antecedência da data de embarque, para que a vacina tenha o efeito. &#8220;Assim, diminui-se o risco de que no retorno, o torcedor traga a doença para o Brasil&#8221;. A vacina disponível atualmente é a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e deve ser feita para quem não se imunizou na vida adulta.</p>
<p>GRIPE &#8211; &#8220;O período entre abril e setembro é o de maior incidência de gripe no Continente Africano. Como os jogos acontecerão em junho, é interessante que duas semanas antes da viagem, o turista brasileiro tome a vacina trivalente, que imuniza não só contra a gripe sazonal ou comum, mas também contra a H1N1&#8243;, orienta.</p>
<p>HIV e TUBERCULOSE &#8211; São duas enfermidades recorrentes na região. A OMS estima que 18% da população local esteja infectada com o HIV. Portanto, o uso de preservativo é indispensável para evitar o contagio pelo vírus da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Também é importante evitar aglomerações e ambientes muito fechados. &#8220;Isso porque se alguém infectado com o bacilo causador da Tuberculose tossir nesse tipo de ambiente, poderá transmitir a doença&#8221;, explica o médico.</p>
<p>HEPATITE A &#8211; É a doença imunoprevenível mais freqüente entre os viajantes, em função do consumo de alimentos e água contaminados. &#8220;Como prevenção, o turista pode se vacinar até a véspera da viagem. Outra forma de evitar o contágio é dar preferência a alimentos cozidos e água com gás e sem pedras gelo&#8221;, diz o médico.</p>
<p>MALÁRIA &#8211; &#8220;Nas regiões urbanas e litorâneas da África do Sul o risco de contrair a doença é praticamente nulo. Além disso, nessa época do ano, por causa do frio, o índice de casos da doença cai na região&#8221;, esclarece o infectologista. Mesmo assim, o uso de repelente e de roupas que cubram a pele é recomendável, em especial, para quem pretende visitar o Parque Nacional Kruger. “É importante discutir com seu médico todas as formas possíveis de prevenção de malária antes da viagem”.</p>
<p>As mesmas recomendações valem para quem for fazer turismo de aventura em áreas rurais onde, além da malária, três outras doenças são bastante frequentes: a Febre do Vale do Rio Rift, provocada pela picada de um inseto típico da região; o Tifo do Carapato, causado pela picada de carrapato e a Esquistossomose, enfermidade comum em quem costuma banhar-se em rios e lagoas.</p>
<p>Fonte: IG</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/medico-alerta-para-doencas-mais-comuns-na-africa/">Médico alerta para doenças mais comuns na África</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Ministério da Saúde divulga lista com orientações ao turista que for à África do Sul</title>
		<link>http://www.febreamarela.com/ministerio-da-saude-divulga-lista-com-orientacoes-ao-turista-que-for-a-africa-do-sul/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde preparou uma lista das medidas necessárias que o turista brasileiro deve adotar antes de viajar à África do Sul. Será necessário tomar algumas vacinas com antecedência mínima de dez dias do embarque, providenciar um receituário com a relação dos medicamentos de uso contínuo e contratar um seguro de saúde internacional.
Para viajar [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/ministerio-da-saude-divulga-lista-com-orientacoes-ao-turista-que-for-a-africa-do-sul/">Ministério da Saúde divulga lista com orientações ao turista que for à África do Sul</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/copa-2010-africa-do-sul-300x282.jpg" rel="lightbox[252]"><img class="alignleft size-full wp-image-253" title="copa-2010-africa-do-sul-300x282" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/copa-2010-africa-do-sul-300x282.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a>O Ministério da Saúde preparou uma lista das medidas necessárias que o turista brasileiro deve adotar antes de viajar à África do Sul. Será necessário tomar algumas vacinas com antecedência mínima de dez dias do embarque, providenciar um receituário com a relação dos medicamentos de uso contínuo e contratar um seguro de saúde internacional.</p>
<p>Para viajar ao Continente Africano, deve-se estar em dia com as vacinas contra o sarampo, a rubéola e febre amarela. Conforme a faixa etária, os calendários de vacinação (criança, adolescente, adulto/idoso, povos indígenas), também devem ser atualizados para a caxumba, difteria, o tétano, a coqueluche, hepatite B e a poliomielite. A entrada na África do Sul só é permitida após a apresentação do certificado internacional de vacinação, atestando a imunização contra a febre amarela.</p>
<p>Para obter o certificado, após a vacinação, a pessoa precisa levar seu passaporte e o cartão de vacinação assinado a um dos centros de orientação ao viajante da Anvisa. A maioria está localizada nos portos e aeroportos do país.</p>
<p>O Ministério da Saúde orienta ainda o turista a evitar o consumo de alimentos vendidos por ambulantes e a ingestão de carne crua ou mal passada. Deve-se beber preferencialmente água mineral ou outras bebidas industrializadas sem gelo. Não manter contato direto com a grama e usar repelente contra insetos e carrapatos, que podem transmitir doenças graves como a dengue, malária, febre amarela e a febre maculosa. Quem for fazer um safári, por exemplo, usar roupas de mangas compridas, de cores claras e calças dentro de botas.</p>
<p>Fonte: Pernambuco.com</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/ministerio-da-saude-divulga-lista-com-orientacoes-ao-turista-que-for-a-africa-do-sul/">Ministério da Saúde divulga lista com orientações ao turista que for à África do Sul</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 14:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul testemunhou em 2008/2009 uma epizootia em Primatas Não Humanos de magnitude jamais documentada, causada por Febre Amarela Silvestre. A ocorrência de morte de expressivo número de Bugios, entre outubro de 2008 e junho de 2009, atingiu praticamente todas as regiões do Estado, inclusive aproximando-se da região metropolitana de Porto Alegre.
Com [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/unicruz-e-referencia-na-avaliacao-dos-impactos-da-febre-amarela-nas-populacoes-de-bugios-na-regiao/">Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/bugios.jpg" rel="lightbox[246]"><img class="alignleft size-medium wp-image-247" title="bugios" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/05/bugios-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a>O Rio Grande do Sul testemunhou em 2008/2009 uma epizootia em Primatas Não Humanos de magnitude jamais documentada, causada por Febre Amarela Silvestre. A ocorrência de morte de expressivo número de Bugios, entre outubro de 2008 e junho de 2009, atingiu praticamente todas as regiões do Estado, inclusive aproximando-se da região metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p>Com o objetivo de entender de que forma essa situação pode ter afetado o status de conservação desses primatas no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância Sanitária &#8211; CEVS, promoveu uma Oficina de Avaliação dos Impactos da Febre Amarela sobre as Populações de Primatas no Rio Grande do Sul nos dias 26 e 27 de abril, em Porto Alegre, com técnicos de saúde, meio ambiente, ONGs e pesquisadores. A meta foi traçar um plano para a preservação dos bugios no estado.</p>
<p>Na ocasião o projeto PIBIC – UNICRUZ  “Conservação do bugio-preto. no município de Cruz Alta, RS” e o Trabalho de Conclusão de Curso da Especialista em Biologia da Conservação e Tecnologias Ambientais – UNICRUZ, Jamila Nogueira Valério “Alouatta caraya no município de Fortaleza dos Valos &#8211; RS”, foram apresentados na mesa redonda “Projetos em andamento pós epizootia”. Os resultados dos projetos apontam para o desaparecimento dos bugios das áreas de ocorrência após a epizootia de febre amarela, fato preocupante para a conservação da espécie na região.</p>
<p>O reconhecimento dos dois trabalhos apresentados pela comunidade científica coloca a Universidade de Cruz Alta como uma das poucas instituições de Ensino Superior do estado a desenvolverem trabalhos na área.</p>
<p>Fonte: Radio Progresso</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/unicruz-e-referencia-na-avaliacao-dos-impactos-da-febre-amarela-nas-populacoes-de-bugios-na-regiao/">Unicruz é referência na avaliação dos impactos da febre amarela nas populações de bugios na região</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Estudo aponta doenças de viagem mais comuns aos homens e às mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 18:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho científico publicado na revista Clinical Infectious Diseases analisou dados de quase 59 mil viajantes, compilados ao longo de dez anos, em centros de vigilância de 16 países.
Quando viajam as mulheres são mais suscetíveis a sofrer desarranjo intestinal, infecção urinária e stress psicológico. Já nos homens, prevalecem as doenças transmitidas por mosquitos e outros animais, [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/estudo-aponta-doencas-de-viagem-mais-comuns-aos-homens-e-as-mulheres/">Estudo aponta doenças de viagem mais comuns aos homens e às mulheres</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/04/mosquito.jpg" rel="lightbox[206]"><img class="alignleft size-medium wp-image-207" title="mosquito" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/04/mosquito-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Trabalho científico publicado na revista Clinical Infectious Diseases analisou dados de quase 59 mil viajantes, compilados ao longo de dez anos, em centros de vigilância de 16 países.</p>
<p>Quando viajam as mulheres são mais suscetíveis a sofrer desarranjo intestinal, infecção urinária e stress psicológico. Já nos homens, prevalecem as doenças transmitidas por mosquitos e outros animais, as hepatites virais e as doenças sexualmente transmissíveis. Esses são alguns dados do estudo &#8220;Doenças de viajantes: diferenças por sexo e gênero&#8221;, publicado na segunda quinzena de março pela revista Clinical Infectious Diseases, órgão oficial da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas.</p>
<p>Encabeçado pela suíça Patrícia Schlagenhauf, do Centro de Medicina de Viagem da Universidade de Zurique, o trabalho é o mais amplo já realizado sobre o tema: engloba informações de 58.908 viajantes, compiladas durante dez anos por 44 centros de vigilância epidemiológica em 16 países de todos os continentes. O centros integram a rede GeoSentinel que, desde 1995, funciona em parceria com a Sociedade Internacional de Medicina de Viagem.</p>
<p>&#8220;O que impressiona neste estudo é o número de casos. A maior parte dos trabalhos apresenta experiência de serviços com número menor de pacientes, compilada em apenas um ou outro centro de atendimento ao viajante&#8221;, afirma a infectologista Melissa Mascheretti, do Ambulatório dos Viajantes do Hospital das Clínicas de São Paulo e Diretora da Divisão de Zoonoses do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.</p>
<p>Para a médica Rosana Richtmann, vice-presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, o trabalho sinaliza que o especialista em Medicina de Viagem deverá também levar em consideração o gênero do paciente, antes de prescrever os cuidados para a prevenção das doenças de viajantes. Normalmente, os critérios mais usados para esta prescrição são estado de saúde do paciente, destino, duração da estadia e tipo de viagem.</p>
<p>Os autores do estudo acreditam que as diferenças de comportamento, metabolismo, resposta a vacinas e medicamentos e suscetibilidade a doenças infecciosas explicam por que algumas doenças atingem mais um gênero que outro.</p>
<p>&#8220;No meu consultório, eu já indico um kit anti-infecção urinária para as mulheres. Agora vou acrescentar as vacinas contra diarréia de viajantes e febre tifóide para minhas pacientes a fim de evitar problemas intestinais. Para os homens vou ressaltar a importância da vacinação contra <strong>febre amarela </strong>e contra as hepatites A e B&#8221;, afirma Rosana Richtmann.</p>
<p>Boa parte das vacinas para viajantes é disponibilizada em clínicas particulares de imunização pela Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas do grupo Sanofi-Aventis. Entre elas estão as vacinas internacionalmente conhecidas por Dukoral (cólera e diarréia do viajante), Avaxim (hepatite A), Euvax (hepatite B), Stamaril (<strong>febre amarela</strong>) e Typhim Vi (febre tifóide).</p>
<p>ESTUDO</p>
<p>A Organização Mundial do Turismo registrou 903 milhões de viagens internacionais em 2007. Dos viajantes, 53% eram homens, dos quais 74 % estavam a trabalho. Parte da rotina de uma parcela significativa da população mundial, as viagens estão associadas não só à possibilidade de se conhecer outras regiões do país e do mundo mas também ao aumento de riscos à saúde. A maior parte das doenças decorrentes de viagens é autolimitada (se cura sozinha). Apenas 8% dos viajantes precisam de ajuda médica para restabelecer a saúde.</p>
<p>O trabalho publicado pela Clinical Infectious Diseases analisou dados de 58.908 viajantes (50,3% do sexo feminino e 49,7% do masculino) para saber quais são as doenças mais recorrentes por gênero. Todos os entrevistados cruzaram, no mínimo, uma fronteira entre 1997 e 2007 e ficaram doentes. Com idade média de 34,4 anos, 64,2% das mulheres viajaram por turismo e 20,9% a trabalho. Os homens tinham em média 35,9 anos e mais de 59% eram turistas e 28% estavam fora de casa por compromissos profissionais. Mais mulheres (68,2%) do que homens (62,7%) foram ao médico antes da viagem.</p>
<p>A estadia fora do país em ambos os sexos não excedeu, em sua maioria, a 30 dias. O destino preferido foi a Ásia: 50,3% das mulheres e 49,6% dos homens. Em seguida, vieram os países africanos (18,4% das mulheres e 19,3% dos homens) e os latino-americanos (um pouco mais de 13% para os dois gêneros).</p>
<p>De acordo com o trabalho científico, as doenças recorrentes em viajantes do sexo feminino foram a diarréia aguda (2 a 10 dias), a diarréia crônica (mais de quatro semanas), a síndrome do cólon irritável (distúrbio intestinal que causa desconforto abdominal, dor, diarréia e prisão de ventre), a infecção urinária, o stress psicológico, os problemas de saúde bucal e as reações adversas a medicamentos.</p>
<p>Por sua vez, os homens foram mais afetados por doenças febris &#8211; incluindo as transmitidas por mosquitos e outros vetores (como dengue, febre amarela, malária e leishimaniose) -, hepatite A, hepatites virais crônicas e doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>Na visão da médica Rosana Richtmann, um dos achados importantes do estudo é que as chances de a mulher ter infecção urinária são quatro vezes maiores do que o homem. Entre as explicações para o fato está a própria anatomia feminina e o costume de postergar a ida ao banheiro por um período prolongado, seja para aproveitar ao máximo o passeio ou evitar o uso de um sanitário público. Como é desencadeada por problemas psicológicos, a síndrome do cólon está ligada ao stress, também maior nas mulheres.[14]</p>
<p>Rosana Richtmann entende que os homens contraem mais doenças transmitidas por vetores porque se expõem mais ao ar livre. Também estão mais sujeitos a contrair hepatite B e outras doenças sexualmente transmissíveis porque fazem mais sexo fora de casa do que as mulheres. Estudo britânico demonstrou que 13,9% dos homens e 7,1% das mulheres têm novos parceiros sexuais quando estão no exterior. Esta proporção aumenta para 23% e 17%, respectivamente, em viajantes solteiros e mais jovens (entre 16 e 24 anos).</p>
<p>Fonte: Segs</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/estudo-aponta-doencas-de-viagem-mais-comuns-aos-homens-e-as-mulheres/">Estudo aponta doenças de viagem mais comuns aos homens e às mulheres</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>País pode ter nova vacina contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 18:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[26/03/2010
A Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores fabricantes mundiais da vacina contra febre amarela, informou ter obtido bons resultados em pesquisas com adultos utilizando uma nova versão do imunizante, que poderá trazer menos reações adversas. Agora haverá testes em crianças.
O laboratório público Biomanguinhos, vinculado à entidade, conseguiu imunizar adultos com uma dose que contém dez [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/pais-pode-ter-nova-vacina-contra-febre-amarela-2/">País pode ter nova vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>26/03/2010</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/foto_febre_amarela.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="alignleft size-medium wp-image-131" title="foto_febre_amarela" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/foto_febre_amarela-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>A Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores fabricantes mundiais da vacina contra <strong>febre amarela</strong>, informou ter obtido bons resultados em pesquisas com adultos utilizando uma nova versão do imunizante, que poderá trazer menos reações adversas. Agora haverá testes em crianças.</p>
<p>O laboratório público Biomanguinhos, vinculado à entidade, conseguiu imunizar adultos com uma dose que contém dez vezes menos partículas do vírus vivo atenuado da doença do que o utilizado atualmente – 6 mil partículas contra 60 mil. A informação foi dada por pesquisadores durante o 46.º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que terminou ontem em Foz do Iguaçu. A vacina contra a <strong>febre amarela</strong> é necessária hoje na maior parte do País em razão do ressurgimento do vírus entre 2008 e 2009. Como em metade dos casos a doença mata, o imunizante não pode ser dispensado. Entre 2000 e 2008, a frequência de eventos graves foi raríssima no País. A de reações leves, como febre, foi de 0,91 caso por 100 mil, e as neurológicas, graves, de 0,084 por 100 mil vacinados. Porém, com a volta do vírus, o número aumentou – chegou a 56 casos entre 2008 e 2009.</p>
<p>Fonte:  <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/pais-pode-ter-nova-vacina-contra-febre-amarela-2/">País pode ter nova vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Febre Amarela e Amamentação</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 19:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Com o aumento do uso da vacina na re-emergência do vírus da febre amarela em 2007, o Sistema de Informações de Vigilância de Eventos Adversos Pós-vacinais (SI-EAPV), registrou um aumento de eventos adversos graves (EAG)  associados à vacina de febre amarela atenuada (VFA). Diante deste fato, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) reuniu o [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/febre-amarela-e-amamentacao/">Febre Amarela e Amamentação</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-114" title="_amamentacao" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/amamentacao1-300x198.jpg" alt="_amamentacao" width="300" height="198" />&#8220;Com o aumento do uso da vacina na re-emergência do vírus da <strong>febre amarela</strong> em 2007, o Sistema de Informações de Vigilância de Eventos Adversos Pós-vacinais (SI-EAPV), registrou um aumento de eventos adversos graves (EAG)  associados à vacina de<strong> febre amarela</strong> atenuada (VFA). Diante deste fato, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) reuniu o grupo assessor para eventos adversos pós-vacinais (EAPV) para analisar os casos registrados. Essa análise resultou no estudo e classificação de 112 casos compatíveis com as seguintes síndromes clínicas: 18 com doença viscerotrópica aguda (DVA) e 94 como doença neurotrópica aguda (DNA) e doença neurológica auto-imune (DAA). Dentre os casos neurológicos confirmados, <strong>dois foram classificados como provável transmissão do vírus vacinal pelo aleitamento materno em recém nascidos de amamentação exclusiva, após a administração da VFA (atenuada) em suas mães.</strong>“</p>
<p>No entanto deve-se evitar a vacinação de febre amarela em mulheres que estão amamentando.</p>
<p>Em caso de necessidade extrema de vacinação, deve-se orientar a mulher a retirar leite materno e armazenar, para utilizá-lo no período de viremia que dura 14 dias.</p>
<p>Para quem tem necessidade extrema de vacinação é importante procurar o Banco de Leite Humano mais próximo de seu domicílo para maiores orientações sobre retirada e armazenamento de leite humano.</p>
<p>Segue abaixo a nota do Ministério da Saúde na íntegra</p>
<p>A Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações – CGPNI e o Comitê Técnico Assessor em Imunização – CTAI, em virtude da possível transmissão do vírus vacinal pelo leite materno registrada no Rio Grande do Sul, fazem as seguintes considerações e recomendações:</p>
<p>1. A Vacina <strong>Febre Amarela</strong> &#8211; VFA (atenuada) é uma das mais antigas utilizadas no mundo. A vacinação é seguida de viremia com início em torno de 3 a 6 dias e duração de 1 a 5 dias na maioria dos indivíduos vacinados após a primeira dose da vacina.</p>
<p>2. A vacina é bem tolerada, mas podem ocorrer eventos adversos associados à sua aplicação. Entre 2 e 7 dias após a vacinação cerca de 2% a 5% das pessoas podem apresentar sintomatologia leve, como mialgia, mal-estar, dor de cabeça e febre, com duração de 1 a 3 dias.</p>
<p>3. Apesar de serem raros, eventos adversos graves (EAG) e até mesmo fatais, têm sido observados e a sua causa ainda não está esclarecida. Entretanto, admite-se que fatores de predisposição individual, embora desconhecidos, estejam relacionados, pois não se encontraram mutações no vírus vacinal ou problemas ligados à qualidade das vacinas.</p>
<p>4. Com o aumento do uso da vacina na re-emergência do vírus da febre amarela em 2007, o Sistema de Informações de Vigilância de Eventos Adversos Pós-vacinais (SI-EAPV), registrou um aumento de EAG associados à VFA. Diante deste fato, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) reuniu o grupo assessor para eventos adversos pós-vacinais (EAPV) para analisar os casos registrados. Essa análise resultou no estudo e classificação de 112 casos compatíveis com as seguintes síndromes clínicas: 18 com doença viscerotrópica aguda (DVA) e 94 como doença neurotrópica aguda (DNA) e doença neurológica auto-imune (DAA). Dentre os casos neurológicos confirmados, dois foram classificados como provável transmissão do vírus vacinal pelo aleitamento materno em recém nascidos de amamentação exclusiva, após a administração da VFA (atenuada) em suas mães.</p>
<p>5. Visando o esclarecimento deste fato epidemiológico novo e desconhecido nos meios científicos, o Ministério da Saúde através da CGPNI juntamente com a Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul, investigou, criteriosamente, os 2 (dois) casos notificados e constatou a associação entre o quadro clínico apresentado pelos recém nascidos e o vírus vacinal.</p>
<p>6. A presença do vírus vacinal de febre amarela em leite materno durante o período virêmico após a vacinação de mulheres que estão amamentando é desconhecida e relatos de risco teórico de transmissão do vírus vacinal para os recém nascidos em amamentação são baseados na possibilidade de transmissão pelo leite materno para o vírus da Febre do Nilo Ocidental e por outros Flavivirus transmitidos pelo leite de vaca.</p>
<p>7. Deve-se considerar ainda que o aleitamento materno nas suas diferentes interfaces, tanto do ponto de vista nutricional, contendo os componentes adequados com biodisponibilidade ideal para o desenvolvimento do lactente, como do ponto de vista da proteção que a especificidade do leite humano confere, é de suma importância.</p>
<p>8. Diante do exposto e considerando as evidências científicas que demonstram as vantagens e importância do aleitamento materno (AM), a CGPNI e o CTAI vêm advertir que, diante da possibilidade de transmissão do vírus vacinal pelo leite materno, sejam adotadas as seguintes medidas de precaução:</p>
<p>a) O adiamento da vacinação de mulheres que estão amamentando até a criança completar seis meses de idade, ou</p>
<p>b) Na impossibilidade de adiar a vacinação, durante o aconselhamento deve-se apresentar à mãe opções para evitar o risco de transmissão do vírus vacinal pelo aleitamento materno, tais como:</p>
<p>B.(1) Previamente à vacinação praticar a ordenha do leite, de preferência manualmente, e mantê-lo congelado por 15 dias em freezer ou congelador (seguir as técnicas de ordenha descrita no Caderno de Atenção Básica nº 23 – Aleitamento Materno e Alimentação Complementar do Ministério da Saúde) para planejamento de uso durante o período da viremia, ou seja, por 14 dias após a vacinação, ou</p>
<p>B.(2) Encaminhar a mãe à rede de banco de leite humano, que são centros especializados, obrigatoriamente vinculados a um hospital materno e/ou infantil, responsável pela promoção do aleitamento materno e atividades de coleta, processamento e controle de qualidade de colostro, leite de transição e leite humano maduro.</p>
<p>9. Adicionalmente, a Secretaria de Vigilância em Saúde ressalta que são necessários estudos que expliquem a capacidade da veiculação do vírus vacinal através do aleitamento materno em mulheres que estão amamentando recém vacinadas para orientar futuras estratégias de vacinação contra febre amarela nas áreas afetadas pelo vírus.</p>
<p>Referências Bibliográficas:</p>
<p>1. Brasil, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, 2007.</p>
<p>2. Monath, TP. Yellow fever. In: Vaccines – Third Edition, 1999. Stanley A Plotkin, M.D. &amp; Eduard A. Montimer Jr, M.D. Philadelphia: WB Saunders, 1999: 815-80.</p>
<p>3. Centers for Disease Control and Prevention. Yellow Fever Vaccine, Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR 2002; 51(nº. RR-17): 1-10.</p>
<p>4. Suzano, CES. Estudo Prospectivo de Gestantes Inadvertidamente Vacinadas contra Febre Amarela na Região de Campinas em Fevereiro e Março de 2000. Dissertação de Mestrado. UNICAMP, 2003.</p>
<p>5. OPS. Manual para el Control de las Enfermidades tranmissibles. Public. Nº, 564, 17ª ed., 1997</p>
<p>6. Mary E Wilson et al. Yellow Fever Immunizations: Indications and Risks. Current Infectious Disease Reports 2004,6:34-42.</p>
<p>7. Plotkin et al. Vaccines &#8211; Fifth Edition, 2008.</p>
<p>8. Red Book: Report of the Committee on Infectious diseases, 28 th ed. Elk Grove Village. IL: American Academy of Pediatrics: 2009.</p>
<p>9. Caderno de Atenção Básica nº 23 – Aleitamento Materno e Alimentação Complementar. Ministério da Saúde, 2009.</p>
<p>10. Rede de banco de leite humano: www.redeblh.fiocruz.br</p>
<p>Brasília, 14 de janeiro de 2010.</p>
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		<title>País pode ter nova vacina contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 13:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
19 de março de 2010 &#124; 9h 49 &#8211; A Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores fabricantes mundiais da vacina contra febre amarela, informou ter obtido bons resultados em pesquisas com adultos utilizando uma nova versão do imunizante, que poderá trazer menos reações adversas. Agora haverá testes em crianças.
O laboratório público Biomanguinhos, vinculado à entidade, [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/pais-pode-ter-nova-vacina-contra-febre-amarela/">País pode ter nova vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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<p><img class="alignleft size-medium wp-image-82" title="f1377" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/f1377-300x225.jpg" alt="f1377" width="300" height="225" />19 de março de 2010 | 9h 49 &#8211; A Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores fabricantes mundiais da vacina contra <strong>febre amarela</strong>, informou ter obtido bons resultados em pesquisas com adultos utilizando uma nova versão do imunizante, que poderá trazer menos reações adversas. Agora haverá testes em crianças.</p>
<p>O laboratório público Biomanguinhos, vinculado à entidade, conseguiu imunizar adultos com uma dose que contém dez vezes menos partículas do vírus vivo atenuado da doença do que o utilizado atualmente &#8211; 6 mil partículas contra 60 mil. A informação foi dada por pesquisadores durante o 46.º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que terminou ontem em Foz do Iguaçu.</p>
<p>A vacina contra a <strong>febre amarela</strong> é necessária hoje na maior parte do País em razão do ressurgimento do vírus entre 2008 e 2009. Como em metade dos casos a doença mata, o imunizante não pode ser dispensado. Entre 2000 e 2008, a frequência de eventos graves foi raríssima no País. A de reações leves, como febre, foi de 0,91 caso por 100 mil, e as neurológicas, graves, de 0,084 por 100 mil vacinados. Porém, com a volta do vírus, o número aumentou &#8211; chegou a 56 casos entre 2008 e 2009. As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong>Agencia Estado</p>
</div>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/pais-pode-ter-nova-vacina-contra-febre-amarela/">País pode ter nova vacina contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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		<title>Lactantes não devem ser vacinadas contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[24/02/2010 &#8211; 17h02
De acordo com uma nova recomendação do Ministério da Saúde, as lactantes (mulheres que estão amamentando) devem adiar a vacinação contra a febre amarela até seus bebês completarem seis meses, pois eles podem ser contaminados pelo vírus da doença, através do leite da mãe vacinada (isso porque, na fórmula da vacina que a mãe toma, existe [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/lactantes-nao-devem-ser-vacinadas-contra-febre-amarela/">Lactantes não devem ser vacinadas contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span>24/02/2010 &#8211; 17h02</span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-79" title="lactante" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2010/03/lactante-300x225.jpg" alt="lactante" width="300" height="225" />De acordo com uma nova recomendação do Ministério da Saúde, as lactantes (mulheres que estão amamentando) devem adiar a vacinação contra a <strong>febre amarela </strong>até seus bebês completarem seis meses, pois eles podem ser contaminados pelo vírus da doença, através do leite da mãe vacinada (isso porque, na fórmula da vacina que a mãe toma, existe uma versão enfraquecida do vírus).</p>
<p>Caso não seja possível adiar, o Ministério da Saúde recomenda que as mães retirem o próprio leite antes da vacinação e congelem para dar ao bebê durante os 14 dias posteriores à vacina, quando o vírus atenuado ainda pode contaminar a criança. Outra alternativa é recorrer a bancos públicos de leite materno.</p>
<p>As alterações nas orientações para quem está amamentando ocorreram porque o Brasil registrou, pela primeira vez na história, dois casos em que mães vacinadas contra a doença transmitiram a doença às crianças por meio da amamentação. Os dois bebês, que apresentaram problemas neurológicos, já estão bem, mas continuam sob acompanhamento médico.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/lactantes-nao-devem-ser-vacinadas-contra-febre-amarela/">Lactantes não devem ser vacinadas contra febre amarela</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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