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	<title>Febre Amarela &#187; febre amerala</title>
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	<description>Aprenda como se prevenir da febre amarela. Obtenha informações sobre o que é a doença, o vírus, modos de transmissão, tratamento, prevenção e muito mais.</description>
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		<title>Químicos que confundem mosquito são aposta para nova geração de repelentes</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 19:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combate a febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[febre amerala]]></category>
		<category><![CDATA[repelentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores americanos desenvolveram produtos químicos que atrapalham a habilidade dos mosquitos de cheirar os humanos e que podem servir para criar repelentes mais eficientes. Os estudos foram publicados no periódico especializado Nature. Um especialista britânico comentou que as descobertas podem significar um &#8220;grande passo adiante&#8221;, caso os químicos sejam seguros à saúde humana e baratos. [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/quimicos-que-confundem-mosquito-sao-aposta-para-nova-geracao-de-repelentes/">Químicos que confundem mosquito são aposta para nova geração de repelentes</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2011/06/int_febre_amarela1.jpg" rel="lightbox[306]"><img class="alignleft size-medium wp-image-307" title="int_febre_amarela1" src="http://www.febreamarela.com/wp-content/uploads/2011/06/int_febre_amarela1-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>Pesquisadores americanos desenvolveram produtos químicos que  atrapalham a habilidade dos mosquitos de cheirar os humanos e que podem  servir para criar repelentes mais eficientes.</p>
<p>Os estudos foram publicados no periódico especializado Nature.</p>
<p>Um especialista britânico comentou que as descobertas podem  significar um &#8220;grande passo adiante&#8221;, caso os químicos sejam seguros à  saúde humana e baratos.</p>
<p>Mosquitos fêmeas usam o gás carbônico exalado pelos humanos para escolher suas próximas vítimas.</p>
<p>Os insetos são capazes de detectar mudanças rápidas na concentração do gás e identificar suas origens.</p>
<p>Essa informação já havia servido para a criação de armadilhas para os  mosquitos, usando gelo seco ou cilindros de gás que emitem CO2. No  entanto, por serem caras, raramente são usadas em países em  desenvolvimento.</p>
<p>Os pesquisadores vinham procurando alternativas químicas que pudessem  atrapalhar ou confundir o senso de percepção dos mosquitos com relação  ao CO2.</p>
<p>Doenças</p>
<p>Agora, cientistas da Universidade da Califórnia em Riverside testaram  químicos com cheiros em três espécies de mosquitos: Anopheles gambiae,  que transmite a malária; Culex quinquefasciatus, que causa elefantíase e  o vírus do oeste do Nilo (o qual desencadeia problemas cerebrais); e o  Aedes aegypti, que dissemina a dengue e a febre amarela.</p>
<p>Juntos, esses insetos infectam em média 500 milhões de pessoas por ano no mundo, causando milhões de mortes.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram três grupos químicos que atrapalham os mosquitos na hora de identificar o gás carbônico.</p>
<p>Um dos químicos imita o CO2 e pode ser usado como isca para  armadilhas; o segundo impede que o mosquito identifique o CO2; e o  terceiro grupo &#8220;engana&#8221; o mosquito, fazendo com que seu cérebro pense  que está cercado por grandes quantidades do gás &#8211; assim, o inseto não  sabe qual direção seguir.</p>
<p>O professor Anandasankar Ray, da Universidade da Califórnia, disse  que &#8220;os químicos oferecem uma poderosa vantagem como ferramentas  potenciais para reduzir o contato dos mosquitos com os humanos e podem  levar ao desenvolvimento de novas gerações de repelentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;A identificação dessas moléculas de odor &#8211; que podem funcionar até  mesmo em baixas concentrações e são, portanto, econômicas &#8211; pode ser  muito eficiente em comprometer a habilidade dos mosquitos em identificar  humanos, ajudando, assim, a controlar a disseminação de doenças  transmitidas (pelos insetos).&#8221;</p>
<p>Outros atrativos</p>
<p>O CO2 não é a única forma pela qual mosquitos encontram suas vítimas &#8211;  o cheiro do suor e da pele dos humanos também pode ser usado para esse  propósito.</p>
<p>O médico James Logan, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de  Londres, explica que &#8220;ainda que o estudo (californiano) seja animador,  os autores ainda têm de mostrar que os químicos são capazes de evitar  que os seres humanos sejam mordidos (pelos mosquitos)&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ao mesmo tempo em que o CO2 é um importante atrativo aos mosquitos,  sabemos que os insetos respondem de maneira distinta a uma armadilha de  gás carbônico e a um ser humano de verdade, que libera uma complexa  mistura de químicos atraentes, calor, dicas visuais e umidade. A questão  é: será que odores (como os descobertos) podem de fato proteger as  pessoas?&#8221;</p>
<p>Os pesquisadores dizem que o próximo passo será desenvolver químicos que não causem riscos à saúde humana.</p>
<p>O médico Nikolai Windbichler, do Imperial College, em Londres, diz  que ainda há trabalho a fazer para garantir que os químicos sejam  seguros e possíveis de serem produzidos a um custo reduzido.</p>
<p>&#8220;Esses componentes têm propriedades novas e desejáveis, porque podem  confundir os mosquitos mesmo quando a substância não está mais presente  ou quando o mosquito já deixou a área onde ela foi aplicada&#8221;, conta o  médico.</p>
<p>&#8220;Isso pode ser um grande passo adiante e pode proteger grandes grupos  populacionais em áreas vastas, algo que não é viável atualmente com os  repelentes existentes.&#8221;</p>
<p>Mark Stopfer, dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, disse que o estudo californiano é &#8220;promissor&#8221;. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
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		<title>Quem embarca para Copa precisa de vacinas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Febre Amarela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[febre amerala]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

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		<description><![CDATA[Saúde reforça necessidade de se prevenir contra doenças facilmente transmitidas no continente africano e que já estão inclusive extintas no país Quem pretende viajar à África do Sul para acompanhar os jogos da Copa do Mundo deve adotar alguns cuidados. Um deles é se prevenir contra doenças como febre amarela, sarampo e rubéola. “É importante [...]<p><a href="http://www.febreamarela.com/quem-embarca-para-copa-precisa-de-vacinas/">Quem embarca para Copa precisa de vacinas</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica; font-size: x-small;"><strong> Saúde reforça necessidade de se prevenir contra doenças facilmente transmitidas no continente africano e que já estão inclusive extintas no país</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica; font-size: x-small;">Quem pretende viajar à África do Sul para acompanhar os jogos da Copa do Mundo deve adotar alguns cuidados. Um deles é se prevenir contra doenças como febre amarela, sarampo e rubéola. “É importante para a proteção individual e para que se previna contra o agente etiológico e não traga para o nosso país”, disse a coordenadora de Vigilância a Doenças, Agravos e Eventos Vitais da Secretaria de Saúde de Cuiabá (SMS), Ivanete Fortunato.</p>
<p>Conforme a técnica da Saúde, a imunização contra febre amarela é uma exigência internacional para quem vai viajar para qualquer parte do mundo. Já no caso da rubéola e do sarampo, ela lembra que as autoridades públicas brasileiras da saúde lutam para evitar a circulação dos vírus transmissores das doenças no país.</p>
<p>“Estamos sem caso de sarampo há algum tempo, o último foi na década de 90. Já no caso da rubéola, tivemos uma grande campanha em 2008 com o objetivo de evitar a rubéola congênita”, comentou. Ela lembrou ainda que na África há a circulação do vírus da febre amarela e da paralisia infantil.</p>
<p>A imunização é uma das orientações que vêm sendo feitas pelo Ministério da Saúde lembrando que, de acordo com as faixas etárias, os calendários de vacinação (criança, adolescente, adulto/idoso, povos indígenas) também devem ser atualizados para caxumba, difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.</p>
<p>É necessário tomar as vacinas com certa antecedência, com o mínimo de 10 dias antes do embarque. “A imunização é feita nas unidades de saúde, onde a pessoa recebe o cartão que deve ser apresentado na Anvisa (no aeroporto) para que seja trocado pelo internacional”, orientou.</p>
<p>Em sua página na internet o Ministério (www.saude.gov.br) dá outras dicas para quem vai para o continente africano, como providenciar um receituário completo com a relação dos medicamentos de uso contínuo e contratar um seguro de saúde internacional.</p>
<p>PREVENÇÃO DE DOENÇAS – O Ministério da Saúde recomenda ainda que se tenha alguns cuidados na hora de se alimentar para evitar desarranjos intestinais. A dica é que opte por alimentos bem cozidos e assados e evite consumir carne crua e/ou mal passada, além de preferir água mineral ou outras bebidas industrializadas sem gelo, já que não se conhece a procedência da água usada na produção do gelo.</p>
<p>O uso do repelente é essencial para afastar os insetos e carrapatos, que podem transmitir doenças graves como dengue, malária, febre amarela e febre maculosa. Não se deve esqueça também o uso do filtro solar.</p>
<p>Além disso, ficar atento ao surgimento de alguns sintomas como dor no corpo, dor de cabeça e principalmente febre. Caso sinta algum desses sinais, a pessoa deve manter-se hidratada e procurar uma unidade de saúde imediatamente.</p>
<p>É importante levar também informações de tipo sanguíneo, doenças e alergias junto ao passaporte para facilitar o atendimento médico em caso de emergências.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica; font-size: x-small;">Fonte: Diário de Cuiabá<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.febreamarela.com/quem-embarca-para-copa-precisa-de-vacinas/">Quem embarca para Copa precisa de vacinas</a> foi publicado em: <a href="http://www.febreamarela.com">Febre Amarela</a></p>
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